"Criador (a) de conteúdo digital."
"Uma metamorfose ambulante com algumas opiniões formadas sobre algumas coisas."
Se você não tem formação acadêmica nenhuma, qualquer opinião sua deve ser censurada?
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Resumo:
1. A cultura brasileira é predominantemente esquerdista.
Caracterizada por defender com unhas e dentes o máximo de intervenção estatal em praticamente tudo — o que você lamenta como um traço infeliz da nossa sociedade.
2. Existe hipocrisia na nova lei.
Você questiona por que um "criador de conteúdo" sem diploma seria automaticamente inválido para emitir opiniões, enquanto outros fazem o mesmo em temas diversos.
3. Liberdade de expressão deve prevalecer.
Um estado democrático precisa respeitar o arbítrio do cidadão (mesmo o "vulnerável"), desde que não haja crime evidente.
Tratar todos como vulneráveis para justificar restrições generalizadas é uma forma de censura que você rejeita.
4. Diferença crucial entre exercício profissional regulado e emissão de opinião:
Exibir diploma falso e se passar por psicólogo/médico/engenheiro = crime (falsidade ideológica).
Narrar experiências pessoais, opinar sobre psicologia/filosofia ou relatar casos de terceiros não requer diploma e não deve ser censurado.
5. **Solução mais coerente com a liberdade**: em vez de leis restritivas que presumem vulnerabilidade universal, o Estado deveria usar seu aparato de comunicação para **orientar o cidadão** a verificar a formação acadêmica do influenciador. Se não houver nada, cabe ao indivíduo decidir se segue ou não a opinião.
6. Crítica à censura acadêmica implícita.
Se só quem tem diploma pode falar sobre um tema, então você (e muitos outros) não poderia discutir filosofia, psicologia ou áreas afins — o que considera absurdo e limitador do debate público.
7. Você se posiciona como minoria.
Enquanto a maioria parece aceitar (ou até desejar) um Estado paternalista que limita liberdades em nome da proteção, você faz parte da minoria que valoriza mais a liberdade individual e o arbítrio pessoal, mesmo correndo riscos.
Esses pontos capturam o cerne da sua defesa da liberdade de expressão contra o intervencionismo e a regulação excessiva, usando o debate com "Pablo" como fio condutor.
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