quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Criador de Conteúdo



William: Percebem quando falo que nossa cultura "infelizmente" é esquerdista.
  Adoram, defendem com unhas e dentes o máximo 
de intervenção estatal em tudo.

Pablo: Meu caro, veja como vc é MUITO sem noção:    
  Como achar normal que um CHARLATÃO exerça atividades sem perícia comprovada? 
  Saúde mental, Medicina, Engenharia, mecânica, construção civil, etc...? 
  Onde foi parar o tico e teco do seu cérebro?
  Se um prédio cai, um "médico" mata um paciente, um CHARLATÃO se aproveita de pessoas mentalmente vulneráveis pra ganhar dinheiro e vc vêm com papo furado de Estado, direita e esquerda? 
  Acorda, man!
 
William:  Vixe!
  “Pessoas mentalmente vulneráveis”.
   Se você não tem diploma de psicologia não pode falar sobre isso.
   Cliquei no seu perfil.
   No Face você tem 990 seguidores (não sei em outras redes).
   Escreve literalmente:

 

  

 "Criador (a) de conteúdo digital."

  "Uma metamorfose ambulante com algumas opiniões formadas sobre algumas coisas."



   Se você não tem formação acadêmica nenhuma, qualquer opinião sua deve ser censurada?


Pablo:  Se quem não tem diploma de psicologia sequer pode falar sobre atendimento psicológico, como que vc acha que possa atender ou se passar como autoridade no assunto?

William:  Percebe a censura?
  De repente eu não posso falar sobre nada que envolve filosofia se não tiver um diploma acadêmico.
  A lei fala de “ensino superior”.

  Uma coisa é eu me identificar como psicólogo, exibir algum diploma (falso) e emitir opiniões.
  Isso é caracterizado como falsidade ideológica (acho, NÃO tenho formação em direito).
  Outra coisa é eu EMITIR OPINIÕES sobre psicologia, narrar experiências vividas por terceiros ou experiência pessoais.

  Se o Estado (e você) está tão preocupado com “cidadãos psicologicamente vulneráveis” use o caríssimo aparato de comunicação do Governo orientando o cidadão vulnerável a procurar no perfil do “influenciador” sua formação acadêmica.
  Se não tiver nada sobre isso, o cidadão vulnerável deve deduzir que o "criador de conteúdo" não tem nenhuma.

  Se mesmo assim o vulnerável quiser seguir a opinião do “influenciador”, um “estado democrático” tem que respeitar o arbítrio do cidadão vulnerável.
  Desde que não seja crime óbvio.

  Criar leis que tratam “todos” como vulneráveis e em nome disso limitar drasticamente a liberdade de expressão ... tem povos que gostam, talvez seja o caso da maioria do nosso povo.
   Nesse caso faço parte da minoria ... 



✧✧✧

 


  Resumo:

 

1. A cultura brasileira é predominantemente esquerdista.

   Caracterizada por defender com unhas e dentes o máximo de intervenção estatal em praticamente tudo — o que você lamenta como um traço infeliz da nossa sociedade.

 

2. Existe hipocrisia na nova lei.

    Você questiona por que um "criador de conteúdo" sem diploma seria automaticamente inválido para emitir opiniões, enquanto outros fazem o mesmo em temas diversos.

 

3. Liberdade de expressão deve prevalecer.

    Um estado democrático precisa respeitar o arbítrio do cidadão (mesmo o "vulnerável"), desde que não haja crime evidente. 

    Tratar todos como vulneráveis para justificar restrições generalizadas é uma forma de censura que você rejeita.

 

4. Diferença crucial entre exercício profissional regulado e emissão de opinião: 

    Exibir diploma falso e se passar por psicólogo/médico/engenheiro = crime (falsidade ideológica). 

   Narrar experiências pessoais, opinar sobre psicologia/filosofia ou relatar casos de terceiros não requer diploma e não deve ser censurado.

 

5. **Solução mais coerente com a liberdade**: em vez de leis restritivas que presumem vulnerabilidade universal, o Estado deveria usar seu aparato de comunicação para **orientar o cidadão** a verificar a formação acadêmica do influenciador. Se não houver nada, cabe ao indivíduo decidir se segue ou não a opinião.

 

6. Crítica à censura acadêmica implícita.

    Se só quem tem diploma pode falar sobre um tema, então você (e muitos outros) não poderia discutir filosofia, psicologia ou áreas afins — o que considera absurdo e limitador do debate público.

 

7. Você se posiciona como minoria.

    Enquanto a maioria parece aceitar (ou até desejar) um Estado paternalista que limita liberdades em nome da proteção, você faz parte da minoria que valoriza mais a liberdade individual e o arbítrio pessoal, mesmo correndo riscos.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua defesa da liberdade de expressão contra o intervencionismo e a regulação excessiva, usando o debate com "Pablo" como fio condutor. 


  

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