sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Ajuda da IA

 


Alex: É triste perceber que boa parte dos textos aqui do Substack parecem feitos por… bem… o CHATGPT!
  Sequer percebem que a máquina tem uma linguagem viciada e que não consegue negar a sua “essência artificial”.

William: Escreva mais textos, ataque menos a tecnologia.
  É o que eu faço.
  Quem não faz parte da solução...

Alex: Talvez você não tenha notado, meu caro amigo William, mas a minha crítica não foi ao CHATGPT. 
  Mas justamente às pessoas que querem enganar seus leitores com textos artificiais como se fossem escritos por elas mesmas.
  A IA não passa de ferramenta. 
  Se eu quiser ler algo feito por uma IA, eu abro o chatgpt não o Substack. 
  Apenas isso.

William:  Defendo a liberdade de expressão, você pode criticar quem quiser.

  Minha “crítica” é ás pessoas que se arvoram em proteger as outras do que elas acham que é uma grande ameaça.
  Você quer proteger leitores que você nem conhece de “serem enganados”?
  Ou outros fazendo sucesso usando a IA te incomoda?
  Decifre-se! 😉

  A ferramenta está ai, é para usar.
  O cidadão deu uma ideia central, a IA desenvolveu.
  O leitor gostou do que leu?
  Por mim tudo bem.

  Indo para algo mais relevante ... no Brasil está cheio de “autoridades” que se arvoram em proteger o cidadão de “ataques a democracia” e "discursos de ódio".
  Querem “regulamentar” a IA, censurar a Internet ao máximo.
  O que é “discurso de ódio!?
  Depende de quem escreve ...

Fábio:  A internet virou uma arma de pirataria global. 
  A questão não é onde isso para, mas como escapar desses "salteadores invisíveis". 
  Como pessimista, prevejo um futuro de desconfiança absoluta. 
  Entre a vigilância extrema de câmeras e o rastreio policial de celulares, resta a dúvida: como saber quem é real? 
  Logo veremos o celular não como ferramenta, mas como um vigia e perseguidor onipresente.

William: Qual a vantagem de morar numa cidade pequena onde todos se conhecem e todo mundo sabe da vida de todos?

  As pessoas se AUTOCONTROLAM mais, sabem que o que fizerem de errado ou antiético virá a público.
  No geral eu acho bom.
  O anonimato favorece os mal caráter.
  Não sou mal caráter, não tenho com o que me preocupar.
  Você tem?


Fábio:   É bom, ver só o lado bom... o lado ruim, é saber que a pessoa mais inocente e gente boa da sua vizinhança, podem fazer vários males a você e a seus parentes...
  Ah se a IA só servisse para o bem...
  Sabia que a melhor utilidade aventada pela Internet era o serviço médico?
  É melhor nem falar o que se pode fazer hoje... e por quem.

William: Não sou maniqueísta.
  Estou mais para Taoísta.
  Mas prefiro me classificar como Livre Pensador.
  Se não entendeu ... peça ajuda a alguma IA.😉


✧✧✧


 

 

 Resumo:

 

1. Defesa da liberdade de expressão e do uso da IA.

   Você argumenta que criticar a tecnologia é legítimo, mas atacar quem usa IA ou quem não considera isso uma ameaça real é desnecessário. 

  A IA é simplesmente uma ferramenta para ser usada. 


2.  Crítica à ideia de que textos gerados por IA enganam leitores.

    Você refuta a noção de que artigos feitos com ajuda de IA seriam automaticamente enganosos ou inferiores, ressaltando que a ferramenta em si não invalida o conteúdo. 


3. Liberação da ferramenta para quem quiser utilizar.

   Para você, o leitor decide se gosta ou não do que lê; se algo escrito com IA agrada, isso não deveria ser um problema. 


4. Questionamento da crítica moral exagerada.

   Você pergunta se o crítico deseja “proteger leitores que nem conhece”, sugerindo que algumas críticas à IA podem ser mais motivadas por incômodo com o sucesso alheio do que por preocupações legítimas. 


5. Opinião sobre anonimato e confiança online.

   O texto aborda a visão pessimista de um comentarista sobre vigilância e anonimato na Internet, contrastando com seu ponto de vista mais equilibrado. 


6. Valorização de contextos sociais pequenos.

   Você comenta que morar em uma cidade pequena, onde as pessoas se conhecem e se autocontrolam, pode ser vantajoso, especialmente em termos de ética e responsabilidade social.

 

7. Sua postura filosófica pessoal.

    Você se descreve não como maniqueísta, mas como alguém com uma perspectiva influenciada pelo Taoísmo e pelo livre pensamento, não vê a IA como algo inerentemente bom ou ruim apenas útil e disponível. 

 

  

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