Mudando de assunto e traçando um paralelo interessante ...
Muitos dizem que uma grande solução para quase tudo é a "educação".
A Revolução Islâmica no Irã ocorreu principalmente em 1979, marcando o fim da monarquia do xá Mohammad Reza Pahlavi e o estabelecimento da República Islâmica do Irã sob a liderança do aiatolá Ruhollah Khomeini.
Dezembro de 1979: Aprovação da nova Constituição, que estabeleceu o regime teocrático com Khomeini como Líder Supremo.
(Grok)
Essa revolução teocrática teve apoio massivo dos estudantes universitários iranianos.
Um pessoal que deveria ter senso critico mais apurado, conhecimento histórico acima da média ... mesmo assim apoiaram uma "teocracia" e agora colhem os resultados.
Por isso entendo a nova politica americana de priorizar os negócios e fora isso deixar que o povo escolha o próprio caminho.
"Árabes" gostam de regimes autoritários?
Que seja.
Brasileiros gostam de governos mafiosos?
Que seja.
Se não entrarem em conflito com interesses geopolíticos americanos ... tudo bem.
"Cada povo tem o tipo
de governo que
quer ter".
(William Robson)
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Cleiton: Com certeza, quase com certeza, Bolsonaro ainda
acredita na suposta virada...
Mas, depois de tudo que Moraes fez, que pra muitos está errado, e não teve nada de viradas... então que amargamos está péssima escolha...
Eu já entreguei os pontos; enquanto Lula não for para o céu, não existirá outro homem capaz...
William: É, agora ficamos naquela tênue esperança de “zebra”.
A “manada” por vezes fica consternada com a situação do mais fraco e opta por ele.
Quando negligenciamos o racional, o lógico ... ficamos dependentes da “sorte”.
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Resumo
1. A burrice política cobra seu preço inevitável — não há escapatória, as escolhas ruins geram consequências graves e duradouras.
2. Bolsonaro cavou a cova perfeita para si e para o Brasil ao escolher indicar Flávio em vez de Tarcísio como sucessor/preferido, desperdiçando uma oportunidade real de vitória.
3. Com a escolha de Flávio, a chance de vitória do "Inácio" (representante petista) é de no mínimo 70%, pois atrai facilmente a esquerda e os políticos fisiológicos.
4. O Estado está completamente aparelhado, a mídia depende das verbas governamentais e, no confronto direto (mano a mano), os petistas são numericamente superiores — mesmo que apenas bolsonaristas e petistas votassem, Inácio ganharia.
5. Bolsonaristas são suficientes para levar alguém ao segundo turno, mas não para vencer uma eleição decisiva contra o petismo organizado e aparelhado.
6. Paralelo com a Revolução Islâmica no Irã (1979): mesmo estudantes universitários — que deveriam ter mais senso crítico e conhecimento histórico — apoiaram massivamente a implantação de uma teocracia, colhendo depois resultados desastrosos.
7. Cada povo tem exatamente o tipo de governo que quer/aceita ter — por isso a nova postura americana faz sentido: priorizar negócios e deixar os povos escolherem seus caminhos (autoritários, mafiosos ou teocráticos), desde que não ameacem interesses geopolíticos maiores.
Crítica dura à escolha estratégica de Bolsonaro + realismo pessimista sobre o Brasil + lição histórica do Irã + visão cética sobre autodeterminação política dos povos.
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