Comentarista: Se você tem o cool preto você não é branco e não tem o direito de ser racista.
Eu fico puto com esses pardos que se dizem brancos só que tem o cool mais preto do que o Vini Jr quando tá com a luz apagada, claramente não são brancos, porque branco é quem tem pouca melanina e a cor do buraco diz muito sobre a quantidade de melanina que você tem, por tanto você até pode ficar branco na luz clara mas se você tem o botão escuro você não é branco, por tanto não pode ser racista e nem descriminar os outros.
Coloque a mão na consciência!😡
William: 😂😂 Cada coisa que a gente lê.
Nunca olhei esse lugar de difícil acesso visual.
No meu caso nem precisa, sou negro se tiver essa parte intima branca vai ser uma aberração 😂.
Mas o que mais me chamou atenção foi o "direito de ser racista" para quem tem fiofó branco!!
Por aí a gente já vê o nível do pensador.
Eu defendo que pardo é pardo.
Até o IBGE já tem essa classificação.
Pretos no Brasil são só 10%.
Mas tenho uma pergunta recorrente que ninguém responde.
Se o pardo se considerar negro (preto) não é racismo.
Porque quando ele se considerar branco é racismo!?
Eu sou negro, minha esposa é loira.
Porque minhas filhas tem que "desprezar" a parte genética que veio do óvulo!?
Quem me responde?
✧✧✧
Comentarista: Eu fico puto com esses pardos que se dizem brancos 😡
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/pardos-brancos.html
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Resumo
1. Pardo é uma categoria distinta e válida por si só.
Você reforça que "pardo é pardo", citando até o IBGE como
reconhecimento oficial dessa classificação racial no Brasil (pretos são apenas
cerca de 10% da população).
Não deve ser obrigado a ser encaixado nem como
branco nem como preto.
2. Existe um duplo padrão absurdo no ativismo racial
atual.
Se um pardo se identifica como negro, isso é aceito e até incentivado;
mas se o mesmo pardo se identifica como branco, é imediatamente acusado de
racismo, branqueamento ou traição.
Você questiona veementemente essa
assimetria: por que só vale de um lado?
3. Ninguém tem o direito de negar ou obrigar a rejeitar
metade da ascendência genética dos filhos mestiços.
No seu caso pessoal
(você negro + esposa loira), por que suas filhas seriam obrigadas a
"desprezar" a parte genética que veio do óvulo da mãe?
Você considera
isso uma violência identitária tão grave quanto qualquer outra forma de
racismo.
4. O critério do "cool preto" ou da cor do ânus
para definir quem é branco é grotesco e revela o baixo nível intelectual de
certos "guardiões da negritude".
Você ridiculariza com razão essa
obsessão reducionista e sexualizada, mostrando que ela mesma é profundamente
racista e desumana.
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