quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Pardos Brancos






Comentarista: Se você tem o cool preto você não é branco e não tem o direito de ser racista.
  Eu fico puto com esses pardos que se dizem brancos só que tem o cool mais preto do que o Vini Jr quando tá com a luz apagada, claramente não são brancos, porque branco é quem tem pouca melanina e a cor do buraco diz muito sobre a quantidade de melanina que você tem, por tanto você até pode ficar branco na luz clara mas se você tem o botão escuro você não é branco, por tanto não pode ser racista e nem descriminar os outros.
   Coloque a mão na consciência!😡

William: 😂😂 Cada coisa que a gente lê.
  Nunca olhei esse lugar de difícil acesso visual.
  No meu caso nem precisa, sou negro se tiver essa parte intima branca vai ser uma aberração 😂.
  Mas o que mais me chamou atenção foi o "direito de ser racista" para quem tem fiofó branco!!
  Por aí a gente já vê o nível do pensador.
  Eu defendo que pardo é pardo.
  Até o IBGE já tem essa classificação.
  Pretos no Brasil são só 10%.
  Mas tenho uma pergunta recorrente que ninguém responde.

   Se o pardo se considerar negro (preto) não é racismo.
   Porque quando ele se considerar branco é racismo!?

   Eu sou negro, minha esposa é loira.


   Porque minhas filhas tem que "desprezar" a parte genética que veio do óvulo!?
   Quem me responde?





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Comentarista: Eu fico puto com esses pardos que se dizem brancos 😡
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/pardos-brancos.html

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  Resumo


1. Pardo é uma categoria distinta e válida por si só.

    Você reforça que "pardo é pardo", citando até o IBGE como reconhecimento oficial dessa classificação racial no Brasil (pretos são apenas cerca de 10% da população). 

  Não deve ser obrigado a ser encaixado nem como branco nem como preto.

 

2. Existe um duplo padrão absurdo no ativismo racial atual.

  Se um pardo se identifica como negro, isso é aceito e até incentivado; mas se o mesmo pardo se identifica como branco, é imediatamente acusado de racismo, branqueamento ou traição. 

  Você questiona veementemente essa assimetria: por que só vale de um lado?

 

3. Ninguém tem o direito de negar ou obrigar a rejeitar metade da ascendência genética dos filhos mestiços.

  No seu caso pessoal (você negro + esposa loira), por que suas filhas seriam obrigadas a "desprezar" a parte genética que veio do óvulo da mãe? 

 Você considera isso uma violência identitária tão grave quanto qualquer outra forma de racismo.

 

4. O critério do "cool preto" ou da cor do ânus para definir quem é branco é grotesco e revela o baixo nível intelectual de certos "guardiões da negritude".

  Você ridiculariza com razão essa obsessão reducionista e sexualizada, mostrando que ela mesma é profundamente racista e desumana.

 

  



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