sábado, 3 de janeiro de 2026

Sharia

 


 

Comentarista: Qualquer pessoa que apoie e aplaude intervenções militares dos EUA é burra ou mal caráter

  Estou indignado!

  Desde o final da Segunda Guerra, os EUA intervém e invadem países. 

  Eles possuem quase 800 bases militares fora do seu Território. 

  Eles estão ativamente invadindo a Venezuela para tomar controle do Petróleo. 

  Barack Obama foi o primeiro vencedor do Nobel da Paz (não merecia) a bombardear outro vencedor do Nobel da Paz.

  A propaganda Hollywoodiana sobre como os EUA são os mocinhos do planeta lutando contra as injustiças e crimes infelizmente funcionou na população brasileira. 

  Por que a quantidade de imbecil defendendo Intervenção Americana na Venezuela e querendo intervenção americana no próprio Brasil é absurda.

   A historia dos EUA desde 1945 é crimes contra a humanidade cometidos pela CIA.

 


William:  O que vemos no mundo é a proliferação de ditaduras.
  Um grupo chega ao poder, se mancomuna com as forças armadas ou aparelha o judiciário e nada mais os tira do controle da nação.
  Sei, sei ... essa é meio que a história da humanidade, mas estávamos "evoluindo" para estados realmente democráticos.
   Com o modus operandi chinês e russo apoiando o autoritarismo e islâmicos preferindo ditaduras ... os americanos ainda são a luz para quem prefere a democracia.



  A Sharia (ou Xaria) é o sistema jurídico e código de conduta moral do Islã.  
  Diferente das leis civis ocidentais, a Sharia abrange tanto a esfera pública quanto a privada.
  É baseada prioritariamente no Alcorão (palavra divina) e na Sunnah (práticas e ditos do profeta Maomé, registrados nos Hadiths).
  Orienta desde rituais religiosos (oração, jejum) e ética pessoal até questões complexas de direito de família (casamento, herança), finanças e justiça criminal.
  Não existe uma interpretação única. 
  Em 2026, sua aplicação varia drasticamente conforme o país.

  Percebam que sempre retornamos ao âmago da questão.

  Quanto o Estado deve intervir na vida do cidadão?


  Em muitas nações islâmicas ainda tem esse complicador do poder da "Igreja" ser igual ou superior ao do Estado.
   Um grupo chega ao poder, monta um exército e judiciário particular, por vezes deixa um "legislativo" de enfeite e qualquer "oposição" é literalmente massacrada.

  Enfim...

 O segundo mandato de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, está previsto para terminar em 20 de janeiro de 2029.

  Putin esta no poder na Rússia desde 1999.
  Devido a uma reforma constitucional aprovada em 2020, os limites de mandatos anteriores foram "zerados" para Putin. 
  Isso permite que ele concorra a mais um mandato em 2030, podendo, teoricamente, permanecer na presidência até 2036.

   Xi chegou ao poder na China em 2012.
   Tecnicamente, o atual mandato de Xi Jinping como Presidente da República Popular da China termina em março de 2028. 
  No entanto, não há mais um limite legal para o número de mandatos que ele pode exercer, o que permite que ele permaneça no poder por tempo indeterminado. 

  Arábia Saudita: Rei Salman, ascendeu ao trono em 23 de janeiro de 2015, após a morte de seu meio-irmão, o Rei Abdullah.
  Só sai se morrer ou quiser renunciar.

  No Irã, o sistema de poder é uma teocracia onde a autoridade religiosa está acima da política. 
   Aiatolá Ali Khamenei é a autoridade máxima do país, servindo como chefe de Estado, comandante-em-chefe das forças armadas e líder religioso.
   Assumiu o cargo em 1989, após a morte do fundador da República Islâmica, Ruhollah Khomeini.
   O cargo é vitalício. 
   Khamenei (atualmente com 86 anos -2026) só deixará o poder em caso de morte ou se for considerado incapaz pela Assembleia de Peritos. 

  Percebam que Trump já no inicio de 2029 deixará o poder e será substituído por quem a maioria dos eleitores americanos (Democracia) quiserem.

  Podemos fazer a mesma aposta na Rússia, China, Arábia Saudita ou Irã?
  (A pergunta é retórica)









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  Com o modus operandi chinês e russo apoiando o autoritarismo e islâmicos preferindo ditaduras ... os americanos ainda são a luz para quem prefere a democracia.
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/sharia.html

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  Resumo

 

1. Proliferação de ditaduras no mundo atual.

   Grupos chegam ao poder, se aliam às forças armadas ou aparelham o judiciário, tornando-se irremovíveis, isso representa um retrocesso em relação à evolução para estados democráticos reais.

 

2. Apoio ao autoritarismo por regimes chineses, russos e islâmicos.

   O modus operandi da China e da Rússia apoia o autoritarismo, os islâmicos preferem ditaduras, contribuindo para a estagnação ou regressão democrática global.

 

3. Sharia como sistema jurídico abrangente.

    A Sharia abrange tanto a esfera pública quanto a privada, baseada no Alcorão e na Sunnah, e levanta a questão central: 

 "Quanto o Estado deve intervir na vida do cidadão?", destacando o complicador em nações islâmicas onde o poder religioso é igual ou superior ao do Estado.

 

4. Ditaduras teocráticas e vitalícias em países islâmicos.

   Exemplifica com a Arábia Saudita (monarquia vitalícia) e o Irã (teocracia com o Aiatolá Khamenei no poder desde 1989, cargo vitalício), ilustrando como o poder não é transferido democraticamente.

 

5. Contraste com a democracia americana.

    Os Estados Unidos representam a "luz" para quem prefere a democracia, pois mesmo presidentes como Donald Trump (cujo segundo mandato termina em 2029) deixam o poder obrigatoriamente, sendo substituídos pela vontade da maioria dos eleitores.

 

6. Impossibilidade de alternância de poder em regimes autoritários.

   Você faz uma pergunta retórica: "Podemos fazer a mesma aposta [de alternância pacífica] na Rússia, China, Arábia Saudita ou Irã?", reforçando que nesses sistemas (incluindo os islâmicos teocráticos) o poder é perpétuo ou depende de morte/renúncia.

 

7.  Crítica à propaganda antiamericana no Brasil.    

     Apesar de falhas, os EUA ainda são o principal baluarte da democracia em um mundo de ditaduras crescentes.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação, que defende a democracia liberal (exemplificada pelos EUA) contra o avanço de regimes autoritários, incluindo os baseados na Sharia/teocracia islâmica. 

  O texto usa exemplos concretos para reforçar sua posição pró-democracia.


  

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