Comentarista: Qualquer pessoa que apoie e aplaude intervenções militares dos EUA é burra ou mal caráter
Estou indignado!
Desde o final da Segunda Guerra, os EUA intervém e invadem países.
Eles possuem quase 800 bases militares fora do seu Território.
Eles estão ativamente invadindo a Venezuela para tomar controle do Petróleo.
Barack Obama foi o primeiro vencedor do Nobel da Paz (não merecia) a bombardear outro vencedor do Nobel da Paz.
A propaganda Hollywoodiana sobre como os EUA são os mocinhos do planeta lutando contra as injustiças e crimes infelizmente funcionou na população brasileira.
Por que a quantidade de imbecil defendendo Intervenção Americana na Venezuela e querendo intervenção americana no próprio Brasil é absurda.
A historia dos EUA desde 1945 é crimes contra a humanidade cometidos pela CIA.
Resumo
1. Proliferação de ditaduras no mundo atual.
Grupos chegam ao poder, se aliam às forças armadas ou aparelham o judiciário, tornando-se irremovíveis, isso representa um retrocesso em relação à evolução para estados democráticos reais.
2. Apoio ao autoritarismo por regimes chineses, russos e islâmicos.
O modus operandi da China e da Rússia apoia o autoritarismo, os islâmicos preferem ditaduras, contribuindo para a estagnação ou regressão democrática global.
3. Sharia como sistema jurídico abrangente.
A Sharia abrange tanto a esfera pública quanto a privada, baseada no Alcorão e na Sunnah, e levanta a questão central:
"Quanto o Estado deve intervir na vida do cidadão?", destacando o complicador em nações islâmicas onde o poder religioso é igual ou superior ao do Estado.
4. Ditaduras teocráticas e vitalícias em países islâmicos.
Exemplifica com a Arábia Saudita (monarquia vitalícia) e o Irã (teocracia com o Aiatolá Khamenei no poder desde 1989, cargo vitalício), ilustrando como o poder não é transferido democraticamente.
5. Contraste com a democracia americana.
Os Estados Unidos representam a "luz" para quem prefere a democracia, pois mesmo presidentes como Donald Trump (cujo segundo mandato termina em 2029) deixam o poder obrigatoriamente, sendo substituídos pela vontade da maioria dos eleitores.
6. Impossibilidade de alternância de poder em regimes autoritários.
Você faz uma pergunta retórica: "Podemos fazer a mesma aposta [de alternância pacífica] na Rússia, China, Arábia Saudita ou Irã?", reforçando que nesses sistemas (incluindo os islâmicos teocráticos) o poder é perpétuo ou depende de morte/renúncia.
7. Crítica à propaganda antiamericana no Brasil.
Apesar de falhas, os EUA ainda são o principal baluarte da democracia em um mundo de ditaduras crescentes.
Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação, que defende a democracia liberal (exemplificada pelos EUA) contra o avanço de regimes autoritários, incluindo os baseados na Sharia/teocracia islâmica.
O texto usa exemplos concretos para reforçar sua posição pró-democracia.
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