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Resumo:
1. Espiritualistas são mais adaptados que ateus/materialistas:
Na lógica da teoria da evolução (sobrevivência dos mais adaptados), espiritualistas subjugam os menos adaptados (ateus), pois civilizações religiosas históricas (persas, gregos, romanos) moldaram a vida moderna, enquanto o ateísmo representa um estado primitivo ("nosso passado", não o futuro).
2. A existência real de espíritos é secundária; o ponto central não é se espíritos existem ou não, mas que espiritualistas demonstram superioridade prática (mais "evoluídos" no sentido de adaptados e eficientes) sobre materialistas/ateus.
3. Crer em divindades é um efeito colateral neutro ou positivo: essa crença não prejudica o desempenho geral dos espiritualistas; ao contrário, ela contribui para resultados superiores sem ser um fator limitante.
4. A fé/religiosidade atua como fator diferencial de sucesso societal: povos ou civilizações que excluíram a fé não alcançaram os mesmos resultados que os espiritualistas, e não há exemplos claros de superioridade materialista/ateia duradoura.
5. Comparação histórica URSS vs EUA reforça o argumento: a URSS (que combateu fortemente a religiosidade) sucumbiu diante dos EUA (que permitiram e mantiveram alto grau de religiosidade), mostrando que eliminar a fé não leva a sucesso superior — se fosse determinante para o progresso, a URSS teria prevalecido.
6. Analogia dos "pneus" no carro: a fé é como pneus em relação a rodas de madeira — não é imprescindível em teoria, mas na prática melhora significativamente o desempenho (mobilidade societal), explicando por que espiritualistas obtêm melhores resultados gerais.
7. Evidência empírica via IDH: na lista de Índice de Desenvolvimento Humano (qualidade de vida), nações mais espiritualistas/religiosas ocupam posições bem superiores (EUA 17º, Coreia do Sul 20º, Taiwan ~34º) em comparação com nações materialistas/ateias (China 78º, Coreia do Norte ~108º), reforçando que espiritualistas tendem a ter sociedades mais bem-sucedidas.
Argumentação pragmática e evolutiva/cultural em favor da superioridade adaptativa dos espiritualistas, sem depender primordialmente da verdade ontológica do espiritualismo.
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