Comentarista: Por que muitas pessoas tem dificuldade em ter uma conversa franca e honesta?
William: Há vários fatores, vou destacar um dos principais.
NÃO QUERER MAGOAR O OUTRO POR QUERER PRESERVAR A AMIZADE OU COLEGUISMO.
Conversas francas exigem sinceridade.
Veja meu caso, escancaro meus pensamentos, não me prendo ao politicamente correto e claramente não sou “popular”.
Isso acontece também na minha vida fora da Internet.
Muitos querem que os outros falem o que eles querem ouvir, não o que o outro pensa de fato.
Mas daí entra a característica individual.
Eu não sou carente de ter amigos ou mesmo colegas.
Se alguém não quer falar comigo ou me acha um chato, arrogante, prepotente ... convivo bem com isso...
Óbvio que quem é mais “carente” vai “pisar em ovos” com as pessoas.
Conversas francas são evitadas.
Por favor, como sempre, peço que evitem o radicalismo.
Evidente que não saio por ai falando tudo que penso para qualquer um.
Mas vamos falar de você.
Tire da sua mente aquela noção rígida de "certo ou errado".
Eu estou certo por não ser carente, você esta errado por ser, ou vice versa?
Claro que não, cada um é o que é, tudo tem seu lado bom e o lado desagradável.
O problema é que já vi muita gente complicar a vida por deixar de ser sincero com coisas "bobas".
Mesmo que você seja do tipo carente de amizades analise se vale a pena "mentir" em coisas simples.
Quando minha filha Aléxia era bem criança gostava de miojo.
Certa vez para variar um pouco coloquei salsinha, como fazia com o meu de vez em quando.
Quando ela experimentou fez uma expressão de desaprovação.
Mesmo assim ao ser questionada disse que estava gostoso.
Falei algo mais ou menos assim:
"Filha, quando não gostar de alguma coisa fale que não gostou.
Vai comer algo que não gosta só para me agradar!?
Se você me fala que não gosta eu não coloco mais, você não tem que gostar das mesmas coisas que eu gosto, isso de certo não vai me magoar.
Senão ás vezes eu tenho o trabalho de fazer algo para você que você nem quer."
Quando alguém oferecer algo ou pedir algo pra você, antes de responder se faça uma pergunta mentalmente:
E se eu disser não?
Na maioria das vezes é vida que segue.
Por vezes o "carente" diz sim só para agradar e outra pessoa e nem teria alguma consequência negativa caso dissesse não.
Já vi caso de dois carentes em ação.
(Vou usar nomes fictícios.)
Ana chamou Silvia para um passeio acreditando que ela gostava.
Silvia não gostava, mas foi porque acreditava que Ana gostava.
Percebem o que aconteceu?
Silvia e Ana fizeram juntas um passeio que nenhuma das duas queria fazer 😂😂.
Pessoas ilógicas são tão divertidas ... de longe, quando não me afetam.
No meu caso pessoal é diferente.
Quando alguém me oferece ou pede alguma coisa penso:
E se eu disser sim?
É, meu não fica ligado no automático 😂
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Pessoas ilógicas são tão divertidas ... de longe, quando não me afetam.
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/se-eu-disser-nao.html
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Resumo:
1. Honestidade nas conversas exige coragem.
Você argumenta que muitas pessoas evitam ser francas porque não querem magoar os outros ou perder amizade/relacionamento, o que cria conversas superficiais e hesitações desnecessárias.
2. Você se posiciona como alguém sincero e direto.
Ao falar sobre você mesmo, afirma que não se prende ao politicamente correto e que está confortável mesmo quando outras pessoas o consideram “chato”, “arrogante” ou “prepotente”.
3. A comparação entre carência social e sinceridade.
Você explica que pessoas mais “carentes” tendem a evitar a sinceridade para preservar relações, enquanto você não valoriza isso da mesma forma.
4. Desconstrução da ideia rígida de “certo ou errado” nas interações.
Você recomenda ao leitor abandonar a mentalidade simplista de certo/errado e entender que cada pessoa tem sua maneira de agir — que não é melhor ou pior, apenas diferente.
5. Importância prática de dizer “não” sem culpa.
O foco central do texto é estimular o leitor a considerar honestamente: “E se eu disser não?”, mostrando que, na maioria dos casos, a resposta negativa não causa grandes consequências e pode até evitar situações desconfortáveis.
6. Exemplo pessoal com sua filha.
Você exemplifica com uma situação familiar — quando sua filha mentiu para não magoar — e usa isso para mostrar que a sinceridade fortalece a convivência real e evita mal-entendidos.
7. Observação sobre pessoas “ilógicas”.
Ao final, você salienta que pessoas ilógicas podem ser divertidas de observar de longe, desde que não interfiram negativamente na sua vida — reforçando a ideia de que honestidade não é agressividade, mas clareza.
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