quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Topo da Política


Comentarista no Face: Esqueça essa tese do William, o eleitor não tem nenhuma culpa de nada da política lá do topo!

William: Para ficar só no nosso pequeno grupo, tenho boas evidências do que falo.
 Veja o caso da Lucimar e Joabe, são eleitores que aprovam praticamente tudo que o PT e o STF fazem.
 Quem acha que são só eles é porque fica preso no seu nicho bolsonarista.
  Nosso povo supervaloriza coisas como “Patrimônio Cultural” e aceita pagar caro por isso ... os políticos lá do topo fazem o que o povo quer.


Comentarista: Depois do voto dado, toda a coisa em si, passa para outro lado, que tem todo um regramento estabelecido, onde não entra nenhuma interferência mais, da vontade do eleitor, dalí em diante, tudo pode. 

William:  Ilusão sua.
  Tem um projeto para tornar línguas indígenas como oficiais no Brasil. (só um exemplo)
  Conversando com a Lucimar e outras pessoas em outra rede, só eu acho uma imbecilidade.
  Quer dizer que ela e as outras cerca de 5 pessoas que debati fariam o mesmo tipo de projeto caso estivessem no topo.
  Uma nação é o que sua cultura predominante quer que seja.


Comentarista: Para ficar só no nosso pequeno grupo; nem todos assuntos, podem entrar no assunto culpa ou não do eleitor.
  Claro que mesmo que se interliguem, mas por fatores consequente e ou circunstante, nunca diretamente!
   O eleitor vota num nome, que pode ganhar ou não, e depois desse voto, entram todos fatores do (se)... se ganhar, vai para a cadeira, na cadeira ele podem fazer o que pretendia, mas, se ele for convocado para um cargo no executivo? se for, vai um suplente para a sua cadeira... Caso não seja convocado, e de fato continue na sua cadeira e faça tantos projetos, que depende dos outros assentados, depende do presidente da casa, depende do veto do presidente, depende da derrubada do veto pelo presidente do congresso!....
  Agora me diga, como o Joabe e a Lucimar pode ser punidos ou beneficiados por isso diretamente?
  É  o mesmo que dizer; você não fez, mas pensou!

William: Toda essa dança das cadeiras que você citou envolve brasileiros.
  Não sei do suplente ser alienígena.
  Se o eleitor cria um ambiente mais à esquerda já sabe o tipo de política que acontecerá.
  Independente de ideologia, se o eleitor elege alguém sabidamente corrupto (esquerda ou direita) sabe o que virá.

  Bolsonaro deveria esta fora pela rachadinha e Lula pelo Petrolão.

  Inúmeros parlamentares que estão no Congresso seriam descartados já no primeiro mandato ... se continuam ali é porque alguém vota neles, tipo Aécio Neves.

Comentarista: Neste instante, suas palavras, sua definição dessa resposta, é como se quisesse me levar à uma imbecilização, ou quer se declarar um imbecil...
  A caminhada de Nicolas, pode até criar uma onda de mudanças...
   Mas, o regramento político que separa o eleitor da ação dos políticos, já está estabelecido...
   Uma ação tipo a caminhada do Nicolas, pode mudar este regramento, ou outros já estabelecidos... mas, isso ainda não aconteceu...

William: Porque já disse que o eleitor bolsonarista é em menor número que o eleitor petista, se você não aceita não posso fazer nada.
  Ao escolher Flavio, Bolsonaro praticamente descartou apoios paralelos.
  Pode ver que até Zema, Ratinho, Tarcísio ... desanimaram ... o nome deles que circulava bastante sumiu das redes.
  Veja que todos os envolvidos são BRASILEIROS.
  Eleitor petista, eleitor bolsonarista, eleitor isentão.

Comentarista: Então, continue sonhando, que a não mudança desse estabelecido, é por culpa do meu voto.
  Toda mudança, acontece no topo, o topo não quer mudança, o povo só vota não fazem e nem podem fazer a mudança no topo.
 
William: Um topo (na politica) queria Tarcísio.
  Bolsonaro optou pelo Flavio.
  Eleitores bolsonarista poderiam pressionar seu líder para voltar atrás, mas seguem a burrice feito gado.
  O considerando um gênio pela escolha.

 O outro topo (núcleo do Inácio) queria disputar contra um Bolsonaro e conseguiram, graças a Bolsonaro.

  Meu ponto é que todos nossas decisões são internas.
  Se Flavio ou Inácio não tivessem a mínima chance não estariam no topo das pesquisas.
  Se estão no topo da pesquisas é por que intenções de votos os colocam lá.

  O maior partido do Brasil em número de afiliados é o MDB.
  O partido perdeu espaço politico, mas historicamente por seu fisiologismo sempre esteve no topo.
  Não lembro de nenhum presidente eleito diretamente pelo MDB nas ultimas décadas.
  Michel Temer só chegou ao poder devido ao impedimento da Dilma.
  Se bastasse a cúpula partidária escolher um candidato, independente da sua popularidade com o povo, o MDB teria feito o maior numero de presidentes...

  Essa lógica entra em sua mente?

✧✧✧

 


  Resumo:

 

1. Responsabilidade do eleitor nas decisões do topo.

    Você argumenta que eleitores têm responsabilidade pela política que vem “do topo” porque suas escolhas eleitorais influenciam diretamente quem chega às posições de poder e quais políticas são implementadas. 

 

2. A cultura política popular molda o que acontece no topo.

   Segundo você, a cultura predominante da população (por exemplo, valores e prioridades culturais) determina o tipo de política que os políticos promovem — isto é, líderes fazem o que acreditam que o eleitor quer. 

 

3. Ilusão de que o eleitor “não tem influência depois do voto”.

   Você rebate a ideia de que, uma vez eleito, o político age de forma autônoma e que o eleitor fica sem influência. 

  Para você, a ação política continua sendo moldada por fatores brasileiros internos, incluindo a vontade popular refletida nas eleições.

 

4. Eleitores “de esquerda” são mais numerosos e influentes.

  Você defende que eleitores identificados com a esquerda (como os que apoiam PT e STF, no seu exemplo) são numericamente maiores e, portanto, têm mais influência na formação das políticas “do topo”.

 

5. Crítica a escolhas de líderes por falta de pressão eficaz.

  Em sua resposta ao comentário, você critica eleitores que continuam a apoiar líderes mesmo após escolhas que você considera equivocadas, dizendo que falta pressão concreta para mudar comportamentos políticos. 

 

6. Exemplificação com figuras e decisões reais.

    Você usa casos concretos (como a escolha de candidatos pelo “topo” político e casos de corrupção: Bolsonaro pela rachadinha, Lula pelo Petrolão) para ilustrar que a política brasileira tem padrões que refletem escolhas eleitorais e tolerância a certas condutas.

 

7. O topo político reflete intenções de voto.

    Seu principal argumento final é que quem aparece “no topo” das pesquisas e disputas políticas não está lá por acaso, mas porque as intenções de voto e a base social os colocam lá — não apenas por decisões internas de elites partidárias.

 

  

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