quinta-feira, 26 de março de 2026

Misandria

 


 

  Misandria é o ódio, desprezo ou preconceito contra os homens como grupo ou sexo masculino.

  É o equivalente à misandria da misoginia (ódio às mulheres), mas direcionado aos homens. 

  Pode se manifestar em discursos, piadas, políticas ou atitudes que generalizam os homens como violentos, tóxicos ou inferiores.

 *Grok*


                            

        


Paola: Para mim, o conceito de misandria não passa de um conto hilário criado para reagir aos movimentos femininos. 
  Homens confundem falta de devoção com ódio e usam esse termo para atacar mulheres que não se submetem às suas vontades ou que buscam independência financeira sem "trocar o corpo".
   Enquanto a misoginia é negada, a misandria é inventada para nos silenciar. 
  Se me chamam de misógina por não ser subordinada, encaro como um elogio ao meu papel. 
  Siga com seus delírios, a realidade é outra.

William: Para mim, o conceito de misoginia vem do gosto da mulher por ser idolatrada só por ser mulher.
   Mulheres  confundem falta de adoração com ódio e usam esse termo para atacar homens que não se submetem às suas vontades ou simplesmente as ignoram.
   Enquanto a misandria é negada a misoginia é exaltada para silenciar os homens.
  Se me chamam de misógino só por não idolatrar mulheres ... vivo bem com  isso, o duro é ser preso, pagar multa ou ser banido da rede social por isso.
 
Luiz: Perfeitas suas ponderações. 
  Não se trata de concordar, de achar o certo, trata-se da realidade. 
  São as mulheres que garantem eleições, por serem maioria.
  E elas votam mal pra caramba! 
  Hoje tá complicado se relacionar com mulheres. 
  Dá uma trabalheira separar o joio do trigo rsrsrs

William:  Cuidado com esse “votam mal pra caramba”.😉
  Já pode ser enquadrado como misoginia.
  Nós homens só podemos elogiar as mulheres ou ficar em silêncio ... é o que diz a nova lei …

  Tenho duas filhas, digo a elas que é fácil identificar homens possessivos, “trogloditas”, eles não conseguem disfarçar.
  Peço para elas não confundirem “amor de verdade” com “ciúmes doentio”.
  O cara começou a querer proibir coisas, falar mais alto, apertá-las com um pouco mais de força … sai fora, o risco não compensa.

  Se fossem filhos:
  É fácil identificar mulheres que tem ódio ou INVEJA de homens.
  Elas saem com homens por causa do “grito biológico”, (mulheres também gostam de transar.)
  Se não são homossexuais a opção é a mastur*ação ou se render ao chamado da perpetuação da espécie.
  Mas não sem criticar os homens sempre que puder.
  Não raro tornam a vida do cônjuge um inferno.

   Se o garoto sai com uma moça e vê uma crítica constante a homens e papos como “sociedade patriarcal” … sai fora, o risco não compensa. 



 

  

Paola: Às vezes, concordamos em pontos específicos.  

  Sou totalmente contra a instituição casamento.
  Homens não saiam com mulheres, a GP existe pra que suas necessidades biológicas sejam saciadas sem danos a longo prazo.
  A mulher é muito perigosa.

William: Nesse ponto específico NÃO concordamos.
  Sou defensor da família tradicional.
  Sugiro que todo homem case, claro, não a qualquer preço.
   A “farra” depois dos 30 (ou antes) vira mesmice.
   Uma va*ina é só mais uma va*ina.
   É legal encontrar uma mulher que possamos constituir família.
   É só fugir das “problemáticas”.
   Dei dicas em um texto recente.
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   Os pais morrem ou ficam muito debilitados.
   Se tiver irmãos, cada um segue seu rumo.
   Os colegas de infância vão ficando pelos caminhos da vida.
   Casando, por bastante tempo você tem uma companheira, de preferência até que a morte os separe.
   E tem os filhos, sempre marcam muito a vida da gente.
   Depois talvez tenha os netos (se vivermos o bastante)
   Enfim, a  vida tem que ser preenchida de algum jeito.
   Casar e ter filhos tem se mostrado mais eficiente do que viver para a “gandaia”.
 

 

 


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 Resumo:


1. Definição clara de misandria: Misandria é o ódio, desprezo ou preconceito contra os homens como grupo ou como sexo masculino. Ela é o equivalente simétrico da misoginia, podendo se manifestar em discursos, piadas, políticas ou atitudes que generalizam os homens como violentos, tóxicos ou inferiores.

 

2. A misoginia é usada como arma de controle: O conceito de misoginia não surge de um ódio real, mas do desejo feminino de ser idolatrada só por ser mulher. Mulheres confundem falta de adoração ou submissão com “ódio”, usando o termo para atacar homens que não se submetem às suas vontades ou que simplesmente as ignoram.

 

3. Desigualdade no tratamento dos dois conceitos: Enquanto a misandria é sistematicamente negada, a misoginia é exaltada e amplificada para silenciar os homens. Isso cria uma assimetria clara: criticar mulheres pode gerar consequências reais (prisão, multa, banimento em redes sociais), enquanto o ódio ou desprezo contra homens é minimizado ou ignorado.

 

4. Restrição à liberdade de expressão masculina: Na prática atual, homens só podem elogiar mulheres ou ficar em silêncio. Qualquer crítica ou ausência de devoção pode ser enquadrada como misoginia, com punições legais ou sociais, enquanto o equivalente contra homens não recebe o mesmo tratamento.

 

5. Identificação de misandria em relacionamentos: É fácil reconhecer mulheres que carregam ódio ou inveja dos homens. Elas mantêm relacionamentos por “grito biológico” (atração sexual e desejo de perpetuar a espécie), mas criticam constantemente os homens e o “patriarcado”, tornando a vida do parceiro um inferno. Seu conselho prático: se aparecer crítica constante e discurso de “sociedade patriarcal”, “sai fora, o risco não compensa”.

 

6. Simetria no conselho educacional aos filhos: Assim como você ensina suas filhas a fugir de homens possessivos, ciumentos ou “trogloditas” (que proíbem coisas, falam mais alto ou usam força), você orienta que os filhos devem evitar mulheres que demonstram desprezo crônico pelos homens. O critério de “risco não compensa” vale para ambos os lados.

 

7. Realismo versus narrativa dominante: A misandria não é um “delírio” inventado para reagir ao feminismo — ela existe na realidade e se manifesta na crítica constante aos homens como grupo. A tentativa de inverter o debate (dizendo que misandria é apenas uma reação masculina) serve para manter o silêncio masculino e proteger narrativas que exaltam a misoginia como algo aceitável ou até meritório.

 

Esses pontos capturam o cerne da sua posição: você defende o reconhecimento simétrico do preconceito contra homens, critica o uso instrumental da acusação de misoginia como ferramenta de poder, e aplica um raciocínio prático e equilibrado tanto para relacionamentos quanto para o debate público.

 


  


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