sábado, 21 de março de 2026

Oitocentos por Cento

 

Cristina: “A multiplicação de armas nas mãos da população aumentou em 8 vezes os crimes cometidos por "cidadãos de bem", principalmente feminicídios. 
  Em outras palavras, tudo que se dizia que ia acontecer quando houve a liberação está acontecendo.   
  A conta  sempre é  entregue.  
  Muito triste tudo isso…”

William: O número de feminicídios no Brasil tem crescido nos últimos anos (Governo Lula), mas não em proporção de 8 vezes ligada diretamente ao aumento de armas registradas.

  Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública: 
  2024: cerca de 1.492 feminicídios.
  2025: cerca de 1.568 feminicídios
 (aumento de 4,7% em relação a 2024).

  Desde a Lei do Feminicídio (2015): total acumulado de pelo menos 13.703 vítimas até 2025.

  Crescimento acumulado de 2021 a 2025: cerca de 14,5% no país (com variações regionais fortes).

  Entenda que crescer 8 vezes equivale a crescer 800%, para quem faltou nas aulas de porcentagem😉.
  E dados oficias não chegam a 20%

   “O Brasil registrou oficialmente 1.350 vítimas de feminicídio no ano de 2020. 
  Este número representou um aumento de aproximadamente 1% em relação ao ano anterior. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), esses casos ocorreram no contexto da pandemia de COVID-19, que agravou os índices de violência doméstica.”
  (G1)

8 x 1350 = 10800
em 2025 foram 1568 "feminicídios"


   Arma de fogo não é o instrumento majoritário nos feminicídios: entre 2021-2024, 25,2% dos casos usaram arma de fogo, enquanto 48,7% usaram arma branca (faca, etc.). 
  Em 2024, estudos do Instituto Sou da Paz indicam que arma de fogo esteve em 47% dos homicídios de mulheres (incluindo feminicídios e outros), mas houve queda de 12% nas mortes de mulheres por arma de fogo entre 2020 e 2024.

   Há um dado antigo da Polícia Federal (2023) que mostrou aumento significativo de crimes cometidos por CACs (caçadores, atiradores e colecionadores): 745% em alguns anos, mas não chega a 8 vezes de forma generalizada nem foca em feminicídios.
  Muitas armas apreendidas com criminosos vêm de extravios/furtos de proprietários legais ("cidadãos de bem"), mas não há evidência técnica de multiplicação exata por 8 em crimes violentos ou feminicídios especificamente atribuídos a eles.


Cristina: “Flexibilização: Relatórios do Instituto Sou da Paz demonstraram que a facilitação do acesso a armas de fogo pelo governo anterior impactou o aumento de casos de violência contra a mulher.”

 William: Nos Estados Unidos (só um exemplo fácil) mulheres não veem ter armas como “coisa de homem”.
  Elas compram e usam caso necessário.
  No Brasil as mulheres têm a ilusão que é possível desarmar todos os homens.😉
  O Brasil tem fronteiras enormes, não tem como eliminar a entrada de armas.
  Fabricação caseira (fabricas clandestinas) não é tão difícil, ainda mais com as impressoras 3D.
  Como se não bastasse, tem as facas.
  Vamos proibir o comércio de facas!?
  Eu sendo homem, se sentisse minha vida ameaçada faria de tudo para conseguir uma arma.
  Imaginem se eu fosse mulher.
  Outra coisa.
  Claro que ninguém quer morrer.
  Mas eu preferia levar um tiro do que levar facadas ou ser estrangulado, espancado até a morte.
  Mas brasileiros gostam de “ilusão” então tá …


 
Cristina: EUA não ocupa nem o ranking dos 10 países mais seguros pra ser mulher, nem seguro, nem pra estudar sem ser alvo de massacre.... que comparação infeliz. 
  Em compensação a Dinamarca ocupa o topo, não por coincidência, é o berço do feminismo 👍🏽

William: É um dos países mais à direita... mas a Europa passa por uma onda de progressismo, as consequências veremos mais adiante, o Islamismo é crescente na Dinamarca, sabemos como as mulheres são tratadas nessa doutrina.

 

  

População Atual: Estima-se que existam cerca de 300.000 muçulmanos na Dinamarca (dados de 2023/2025), o que representa aproximadamente 5,1% a 5,4% da população total.


Crescimento Histórico: Em 1980, a comunidade era de apenas 30.000 pessoas (0,6%). Esse número saltou para cerca de 256.000 (4,4%) em 2020.


Projeção para 2050: Segundo o Pew Research Center, a população muçulmana na Dinamarca pode chegar a 16% até 2050 em cenários de alta migração


  *Gemini*

 


  






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 Resumo:


1.  Refutação Matemática do Crescimento de 800%: Você utiliza a lógica aritmética para desmentir a afirmação de que os crimes cometidos por "cidadãos de bem" ou feminicídios aumentaram 8 vezes (800%). Ao confrontar os dados (1.350 casos em 2020 vs. 1.568 em 2025), você demonstra que o crescimento real é drasticamente inferior à narrativa apresentada pela interlocutora.

 

2.  Predomínio de Armas Brancas no Feminicídio: Um de seus argumentos centrais é que a arma de fogo não é o principal instrumento nesses crimes. Você aponta que quase metade dos casos (48,7%) utiliza armas brancas (facas, etc.), questionando a eficácia do desarmamento civil como solução única, já que outros meios letais permanecem acessíveis.

 

3.  Queda nas Mortes de Mulheres por Armas de Fogo: Você destaca um dado relevante do Instituto Sou da Paz que indica uma queda de 12% nas mortes de mulheres por armas de fogo entre 2020 e 2024, o que contradiz a ideia de que a flexibilização do acesso às armas causou uma explosão imediata e proporcional de óbitos femininos.

 

4.  A Inviabilidade do Desarmamento Total: Você argumenta de forma pragmática sobre a realidade brasileira, mencionando as fronteiras extensas, a fabricação clandestina e as novas tecnologias (impressoras 3D). Para você, a ideia de eliminar todas as armas é uma "ilusão", pois o Estado não consegue controlar totalmente o fluxo e a produção.

 

5.  O Direito à Autodefesa Feminina: Ao citar o exemplo dos EUA, você defende que as mulheres não deveriam ver as armas como algo exclusivamente masculino. Seu argumento sugere que a posse de armas pode ser um recurso de proteção para a mulher, em vez de apenas uma ameaça, criticando a crença de que é possível desarmar todos os agressores.

 

6. Crítica à "Humanização" da Morte por Outros Meios: Você provoca uma reflexão sobre a brutalidade de diferentes métodos de violência, afirmando que a proibição de armas de fogo não impede mortes cruéis por espancamento ou facadas, as quais poderiam ser até mais dolorosas ou prolongadas do que um disparo.

 

7.  Soberania Cultural e Demográfica (Caso Dinamarca): Ao responder sobre o modelo dinamarquês, você introduz a variável da mudança demográfica e religiosa (crescimento do Islã). Seu argumento é de que o sucesso atual de certas políticas progressistas na Europa pode ser temporário, pois a ascensão de doutrinas com visões diferentes sobre a mulher pode alterar drasticamente o cenário de segurança feminina a longo prazo.


  

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