Ela foi cunhada em 1944 pelo polonês Raphael Lemkin para descrever as atrocidades nazistas, já que não existia um termo técnico que definisse o assassinato sistemático de um povo inteiro.
*Grok*
Não tenho nada contra o surgimento de palavras novas ... desde que tenha uma explicação sensata.
Nazistas tinham como um dos focos aniquilar judeus, só por serem judeus.
Vejam bem, uma coisa é querer matar um judeu que cometeu algum crime, fez alguma coisa que você não gostou, ou porque você quer anexar um território que por acaso esta ocupado por judeus.
Você agiria da mesma maneira se fosse um curdo, romeno, budista, viking ...
Outra coisa é você querer aniquilar qualquer um que seja "palestino" (um exemplo atual facil).
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Resumo:
1. Etimologia e definição precisa de "genocídio" — A palavra deriva de "geno" (raça, tribo ou nação) + "cídio" (do latim *caedere*, significando matar, cortar ou aniquilar), referindo-se literalmente ao extermínio deliberado de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional.
2. Origem recente e específica do termo — Cunhado em 1944 por Raphael Lemkin para descrever as atrocidades nazistas, que visavam aniquilar judeus **exclusivamente por serem judeus**, preenchendo a lacuna de um termo técnico para assassinato sistemático de um povo inteiro (diferente de homicídio, que é antigo).
3. Distinção crucial na motivação — Não é genocídio matar alguém de um grupo por crime individual, desavença pessoal ou motivos territoriais (ex.: anexação de terra ocupada por judeus, onde o agressor faria o mesmo com curdos, romenos, budistas ou vikings); genocídio exige intenção de destruir o grupo **só por sua identidade**.
4. Crítica ao uso do termo em relação a Israel e palestinos — As ações de Israel são as mais cirúrgicas possíveis, com mortes de inocentes como efeitos colaterais indesejados inevitáveis, não como intenção de aniquilar palestinos por serem palestinos (diferente do nazismo); comparações com EUA e iranianos reforçam que basta mudança de regime radical para paz, sem necessidade de extermínio.
5. Rejeição da acusação de genocídio contra Bolsonaro na pandemia — Mortes (ex.: 185 mil em São Paulo mesmo com medidas de João Dória) foram causadas pelo **vírus chinês**, não por política; chamar de genocídio é mera narrativa ideológica, nem os chineses foram genocidas (apenas irresponsáveis, no máximo "crime doloso contra a humanidade").
6. Crítica ao conceito de "feminicídio" e sua equiparação a genocídio — A mudança conceitual é ilógica: estão transformando crime passional em "genocídio de mulheres", mas as vítimas não são mortas **só por serem mulheres**.
7. Contradição na lógica do ódio generalizado — Se o agressor odiasse mulheres **apenas por serem mulheres**, não se apaixonaria por uma a ponto de não suportar vê-la com outro; isso demonstra que o crime é motivado por ciúme/passionalidade individual, não por ódio sistêmico ao grupo "mulheres" como no genocídio clássico.
Esses pontos capturam o cerne do seu raciocínio: defesa de uma definição estrita e histórica de genocídio, rejeição de expansões ideológicas do termo (seja em contextos geopolíticos, pandêmicos ou de gênero), e ênfase na motivação real versus narrativa.
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