“O Brasil registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da última década.
Foram 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero, um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando houve 1.492 casos.”
(CNN)
Cristina: “A multiplicação de armas nas mãos da população aumentou em 8 vezes os crimes cometidos por "cidadãos de bem", principalmente feminicídios.
Em outras palavras, tudo que se dizia que ia acontecer quando houve a liberação está acontecendo.
A conta sempre é entregue.
Muito triste tudo isso…”
William: Depois de 3 anos de governo do PT ainda encontro fanáticos colocando a culpa desse crescimento no governo anterior.
Caraca!
Se as políticas do PT para esse tipo de crime são tão boas o mínimo que se esperava era uma estabilização.
Defendem (por exemplo) que a restrição a armas de fogo deve ser ainda mais rigorosa.
No entanto, as armas “brancas” são as mais usadas para ferir mulheres.
Enzo: O que está por detrás da onda de feminicídios ocorridos no Brasil?
William: O que "eu teorizo” que aconteceu?
1 - Pode ser um ponto fora da curva, coincidência, essas ocorrências apresentam variações mesmo.
2 - Vantagem Indevida.
Isso é mais complexo.
A maioria de nós tem “bom senso” satisfatório.
Uma medida que nos parece justa pode até nos deixar chateados, mas não “raivosos”.
Vagas preferenciais para idosos e portadores de necessidades especiais por exemplo.
É chato ter menos lugares para estacionar, mas entendemos que a “debilidade física” dá uma desvantagem ao indivíduo que podemos amenizar dando prioridade no atendimento e vagas mais próximas nos estacionamentos.
O que “pode” nos deixar raivosos são vantagens indevidas.
Um juiz tem direito a duas férias por ano (férias + recesso) porquê!?
Se a renda é muito baixa porque não recebe só o Bolsa Família como todo mundo nessa situação?
No Brasil República não sei de negros serem impedidos de estudar; nos Estados Unidos havia segregação.
É normal que os negros de lá ficassem raivosos com vantagens indevidas dadas aos brancos.
Pois bem, as mulheres (biológicas ou não) estão conseguindo vantagens indevidas.
É natural que provoque raiva nos homens.
A palavra da mulher vale mais que a do homem porquê!?
(Em caso de denúncia da mulher há a “presunção de culpa” do homem, muitos já tiveram a vida arruinada como isso)
A vida da mulher vale mais que a do homem porquê!?
(Penas maiores em caso de “feminicídio”)
Projetos de lei propõem que a mulher seja livre para xingar o homem, mas o homem só pode “louvar” a mulher ou ficar em silêncio.
A raiva dos homens vai aumentando, aqueles que já tem maior propensão a violência … a gota d’água para ele transbordar em raiva está com as torneiras da leis abertas.
Nota: No Brasil historicamente cerca de 91% das vítimas de assassinatos são homens.
Para quem não lembra de porcentagem ...
Isso que dizer que para cada mulher assassinada, nove homens são mortos.
O macho da nossa espécie é naturalmente mais violento, somos mais perigosos até para nós mesmos.
A impressão de mulheres estarem sendo "exterminadas" vem do modo de agir da mídia.
É o "modo avião".
Ocorrem bem menos acidentes de aviões do que com carros.
Mas acidentes com aviões ocupam muito mais espaço na mídia.
Vários jornais reportam a mesma ocorrência com manchetes garrafais e longas matérias.
A impressão é que usar o avião como transporte é muito mais perigoso.
Porém...
O Brasil fechou o ano de 2024 com 37.150 mortes causadas por acidentes de trânsito
Em 2024, o Brasil registrou 153 mortes em acidentes aéreos.
Para quem ainda não entendeu:
Se hoje 25 de Março de 2026, você esta sendo pai ou mãe de uma menina, parabéns!
A probabilidade dela ser assassinada ao longo da vida é muito menor que se fosse um menino.
Para viagens longas, sugira ela usar avião, pode não parecer "midiaticamente", mas é mais seguro.
Essa lógica entra em sua mente?
Xana: Quantos homens foram estuprados no mês de março????
William: “A probabilidade dela ser ASSASSINADA ao longo da vida é muito menor que se fosse um menino.”
É o que está no texto.
Quer abrir um tópico sobre estupro podemos em outra postagem.
Prefiro que você não bagunce essa.
Consegue ser civilizada a esse ponto?
✧✧✧
Resumo:
1. A culpa não é do governo anterior nem da liberação de
armas
Após 3 anos de
governo PT, o aumento de feminicídios não pode ser atribuído ao governo
Bolsonaro. Se as políticas atuais fossem tão eficazes, o mínimo esperado seria
estabilização ou redução. Além disso, as armas “brancas” (facas etc.) são as
mais usadas contra mulheres, o que enfraquece o argumento de que armas de fogo
seriam a causa principal.
2. Vantagens indevidas geram raiva
Medidas justas
podem chatear, mas não provocam fúria. O que realmente gera raiva são
**vantagens indevidas**, como vagas preferenciais sem justificativa clara de
debilidade, privilégios de juízes, auxílio-reclusão etc. No contexto de gênero,
isso se aplica às mulheres (biológicas ou não) que recebem tratamento
privilegiado.
3. A palavra da mulher vale mais que a do homem
Existe uma presunção de culpa contra o homem
em denúncias de violência. Muitos homens já tiveram a vida destruída por
acusações sem provas consistentes, o que cria um desequilíbrio injusto no
sistema jurídico.
4. A vida da mulher vale mais que a do homem perante a lei
A criação da figura
do “feminicídio” impõe penas maiores quando a vítima é mulher, sinalizando que
a vida feminina tem maior valor legal do que a vida masculina — algo que
naturalmente provoca ressentimento.
5. Leis que protegem a mulher e criminalizam o homem
Projetos de lei
(ex.: PL 896/23 sobre misoginia) permitem que a mulher xingue ou ofenda o homem
livremente, enquanto o homem deve apenas “louvar” ou calar-se. Isso amplia
ainda mais o sentimento de injustiça e raiva entre os homens.
6. Os homens são as principais vítimas de homicídio (91%)
Historicamente,
cerca de **91% das vítimas de assassinatos no Brasil são homens**. Isso
significa que, para cada mulher assassinada, **nove homens** são mortos. O
macho da espécie é naturalmente mais violento (inclusive contra si mesmo), mas
a mídia cria a falsa impressão de que as mulheres estão sendo “exterminadas”.
7. O “Modo Avião” da mídia distorce a realidade
Assim como
acidentes aéreos (153 mortes em 2024) recebem cobertura gigantesca enquanto
acidentes de trânsito (37.150 mortes) quase não chamam atenção, os feminicídios
são hiperdimensionados pela mídia.
Conclusão prática:
uma menina tem muito menor probabilidade de ser assassinada ao longo da vida do
que um menino. A impressão de perigo para mulheres é midiática, não
estatística.
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