“Tropa do Prazer” é uma tradição entre os líderes norte-coreanos, já que o avô e o pai do atual líder, Kim Jong-sung e Kim Jon-il, respectivamente, teriam tais serviços ao seu dispor.
"Isso tem acontecido há três gerações e se tornou uma tradição, além de uma demonstração de poder sobre a população e poder sexual", explicou o professor da Universidade Waseda em Tóquio, especialista em Coreia do Norte, Toshimitsu Shigemura.
Para fazer parte da Tropa do Prazer, as jovens são recrutadas pelo governo sob a explicação de que “vão servir ao país”.
Algumas mulheres do harém dos ditadores tinham menos de 14 anos e eram dispensadas na casa dos 20 anos.
No Irã a homossexualidade é punida com pena de morte sob a lei islâmica (Sharia), especialmente para homens em atos de sodomia.
Essa legislação, codificada no Código Penal Islâmico de 2013, permanece vigente em 2026, sem mudanças recentes reportadas.
Resumo:
1. A Autocorreção como Disciplina sobre a Natureza Pessoal:** Você argumenta que a autocorreção não é a ausência de defeitos, mas a imposição da vontade sobre eles. Ao admitir sua própria preguiça, você define a autocorreção como o ato de se obrigar a cumprir o dever e manter a eficiência, diferenciando o "ser preguiçoso" do "ser vagabundo".
2. O Equilíbrio entre a Autocrítica e a Autocompaixão: Utilizando a máxima de Paracelso sobre a dose entre o remédio e o veneno, você defende que olhar excessivamente para as próprias falhas pode ser "envenenador" (levando à depressão). A falha ocasional na rotina deve ser aceita para manter a saúde mental.
3. A Comparação com o Próximo como "Remédio": Diferente de algumas visões filosóficas que desaconselham a comparação, você argumenta que observar o sedentarismo alheio serve como um alívio moral. Isso ajuda a não se sentir o "pior dos humanos" quando você falha eventualmente em sua rotina de exercícios.
4. A Defesa da Democracia pela Transparência do Erro: Você estabelece que a grande vantagem das democracias não é a ausência de crimes (como o caso Epstein), mas o fato de que eles vêm à tona e permitem a execração moral ou a punição legal, algo impossível em regimes autoritários.
5. Crítica aos Regimes Autoritários e à Opressão Institucionalizada: Ao citar a "Tropa do Prazer" na Coreia do Norte e a pena de morte para homossexuais no Irã, você argumenta que existem sistemas onde o erro não é uma falha individual, mas uma prática de Estado protegida pelo silenciamento.
6. A Superioridade do Esforço de Melhoria na Cultura Judaico-Cristã: Você defende que a cultura ocidental deve persistir na autocorreção, mas sem se sentir acuada ou inferior diante de outras culturas. Seu argumento central aqui é que "nós tentamos melhorar", enquanto outros sistemas sequer admitem a necessidade de mudança.
7. A Liberdade de Expressão como Pilar da Evolução Social: O texto conclui que a luta pela democracia e pela liberdade de expressão é essencial, pois é o único ambiente que permite que "coisas" (abusos e erros) sejam tornadas públicas e, consequentemente, corrigidas.
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