terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Guerras e Orgias

 


  

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 O vídeo do canal Ciência Entrópica conta a história da descoberta dos íons e da Teoria da Dissociação Iônica, uma saga de 70 anos.

 

  Começa com a eletrólise após a pilha de Volta (1800): decomposição de soluções por corrente elétrica. Humphry Davy isolou metais alcalinos (1807), mas sem explicar o mecanismo.

 

  Michael Faraday (1830) estudou sistematicamente: observou migração consistente de partes positivas para o cátodo (-) e negativas para o ânodo (+). 

  Criou as leis da eletrólise (massa carga; equivalentes químicos) e inventou os termos íon, cátion, ânion, eletrólito e eletrólise — mas não acreditava que íons fossem partículas reais.

 

  Em 1884, Svante Arrhenius propôs na tese de doutorado que sais se dissociam espontaneamente em íons na água (NaCl Na⁺ + Cl⁻), mesmo sem corrente. 

  Evidências: condutividade elevada, anomalias em propriedades coligativas (ex.: NaCl “dobra” o efeito por gerar dois íons).

  A ideia foi ridicularizada (“sódio explode na água, cloro é tóxico — como coexistem?”). 

  Tese mal avaliada, mas Ostwald e van't Hoff a apoiaram. 

  Confirmada experimentalmente, rendeu a Arrhenius o Nobel de Química em 1903.

 

   Posteriormente: Bjerrum (1909) defendeu dissociação completa em eletrólitos fortes; Debye-Hückel (1923) explicou interações iônicas.

 

   O vídeo destaca a ciência como processo coletivo, com ceticismo, persistência (Arrhenius não desistiu) e aplicações modernas (baterias, biologia, etc.). 

  Lição: grandes avanços vêm de construção paciente, não de “eurecas” isolados.

  *Grok*

 


  Observem como é difícil desenvolver tecnologia.

  Quanto o cientista precisa persistir em buscar soluções.
  Claro que os caras transam, mas seu prazer maior parece estar na solução de enigmas.
  Muitos creditam o desenvolvimento europeu ao “colonialismo”, eu vejo os “anglo saxões” como uma cultura que "tem estado" mais eficiente.
  Não se limitaram “animalescamente” a guerras e “metelança”...



  Nietzsche, Schopenhauer, Darwin ... entre outros, nos sugerem em suas obras que  a busca do homem (no sentido de macho da espécie) pelo poder e pelo prestígio pode ser vista, em parte, como uma forma de atrair o outro sexo ou criar condições para a reprodução.

"O homem é o único animal que cria
 arte para impressionar quem ele 
quer levar para a caverna, mas acaba
 se perdendo na beleza da própria pintura."

  Esses pensamentos, de uma maneira ou de outra, compartilham a ideia de que muitas das nossas ações e escolhas podem estar, de forma consciente ou inconsciente, ligadas ao desejo de atrair parceiras.
  Claro, há humanos capazes de transcender o instinto biológico e buscar objetivos mais elevados, como o conhecimento, a moralidade ou a autossuficiência.

  Homens (ou mulheres) que conseguiram transcender o instinto biológico apareceram com mais frequência no território europeu,  essencialmente no ultimo milênio.

  Por favor, limpe sua mente, não é viralatismo, é a observação isenta das ocorrências.
  
  Quando o homem foca sua mente no sexo não raro caminha para depravação.
   Se o homem não alcança sucesso, poder ... sua capacidade de atrair fêmeas (ou gays dependendo do seu gosto) vai ladeira abaixo com o passar dos anos, a deterioração física alcança a todos, principalmente depois dos 30 anos.

   Se o homem alcança sucesso e sua mente continua muito "sexualizada" ... surgem as "orgias dos poderosos".

  Orgias sexuais e bebedeiras acontecem desde tempos remotos.
  Se pessoas adultas, conscientes do que estão fazendo, participam desse tipo de festa, mesmo a trabalho no caso de garotas ou garotos de programa, eu não faço drama.
  É tipo Carnaval, não gosto não participo, quem gosta ... bom divertimento.

  No caso de ped*filia, não tem nem o que dizer, sempre defendi penas durissimas.
  Mas também não sou hipócrita, estou falando de menores de 14 anos.
  Com toda informação disponível é difícil acreditar que alguém MAIOR de 14 não saiba nada sobre abuso sexual.

  Sequestros é outra coisa que dispensa comentários.
  É um crime terrível, deve ser punido a altura.
  Da mesma forma não sou hipócrita.
  Tipo, uma brasileira recebe proposta de trabalho no exterior, grana alta sem saber ao certo o que vai fazer.
  Sério que realmente não sabe!?
  Se chegando lá viu o que teria que fazer e decidiu voltar, se não foi impedida, não vejo problema.
   Se foi impedida com uso da força ou retenção de documentos fica caracterizado sequestro e voltamos a crime a ser punido.

  Enfim.
  "Pra mim", guerras e orgias é deixar nosso lado animalesco predominar, algo que deve ser evitado em povos "civilizados".

  O prazer em buscar conhecimento, desenvolver ciência para o "bem" é muito civilizado, o melhor uso da nossa capacidade intelectual.
  Todos os povos podem fazer isso.

  O resumo mínimo dessa meditação seria.

  Guerras e orgias = Animalesco
  Ciência e fraternidade = Civilizado




✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A história da Teoria da Dissociação Iônica exemplifica o processo científico coletivo e paciente— A saga de 70 anos (de Volta e Davy a Faraday, Arrhenius, Ostwald, van't Hoff, Bjerrum e Debye-Hückel) mostra que grandes avanços vêm de persistência, ceticismo saudável e construção gradual, não de "eurecas" isolados.

 

2. O prazer maior dos cientistas está na solução de enigmas, não apenas no sexo — Apesar de serem humanos que "transam", o que os motiva de forma mais profunda é o desafio intelectual, contrastando com impulsos mais básicos.

 

3. O desenvolvimento europeu (especialmente anglo-saxão) não se deve principalmente ao colonialismo, mas a uma cultura/Estado mais eficiente — Você contrapõe a visão comum de "colonialismo" como causa única, destacando uma capacidade superior de transcender comportamentos "animalescos" limitados a guerras e "metelança".

 

4. Muitas buscas por poder e prestígio têm raízes evolutivas ligadas à atração sexual e reprodução — Inspirado em Nietzsche, Schopenhauer e Darwin, você argumenta que o homem (macho da espécie) busca status em parte para atrair parceiras, ilustrado pela frase: "O homem é o único animal que cria arte para impressionar quem ele quer levar para a caverna, mas acaba se perdendo na beleza da própria pintura."

 

5. É possível (e ocorreu mais na Europa no último milênio) transcender o instinto biológico em direção a objetivos elevados — Conhecimento, moralidade e autossuficiência representam essa transcendência, aparecendo com maior frequência em contextos europeus, sem que isso seja "viralatismo", mas observação isenta.

 

6. Foco excessivo na mente sexualizada leva à depravação — Sem sucesso/poder, a atração diminui com a idade; com sucesso, mas mente "sexualizada", surgem orgias dos poderosos — você diferencia orgias consensuais de adultos (sem drama, como Carnaval) de crimes graves (pedofilia abaixo de 14 anos, sequestro/tráfico com violência), condenando fortemente estes últimos.

 

7. Dicotomia central e resumo da meditação — Guerras e orgias representam o lado **animalesco** que deve ser evitado em povos civilizados; já a busca pelo conhecimento, ciência para o bem e fraternidade representam o civilizado, o melhor uso da capacidade intelectual humana — e todos os povos podem alcançar isso.

 

   Esses pontos capturam a essência do seu texto: da valorização da ciência persistente à crítica do instinto animalesco predominante (guerras/orgias), passando pela possibilidade de transcendência cultural e individual rumo ao civilizado (ciência/fraternidade).


  

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