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sábado, 31 de janeiro de 2026
Master
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Libertarianismo
Freud:
“Não é possível mudar uma pessoa sem que ela queira. Mas é possível adoecer e arruinar a própria vida tentando fazer isso."
Viktor Frankl anos mais tarde:
“Quando não somos mais capazes de mudar uma situação, somos desafiados a mudar a nós mesmos.”
Postagem no Substack
Paulo: Tem coisas que não vou ver, dentre elas, algumas, será muito bom...
William: Presidente universal americano? 😉
Mas estou esperançoso.
A Internet começou espalhar mais informações para humanidade.
As IAs me parece que vão espalhar mais lógica, e isso é quase tudo que precisamos para dar um salto “evolutivo”.
As IAs ainda estão contaminadas com muita ideologia.
Mas percebo que por serem maquinas a lógica vai prevalecendo.
Paulo: Máquinas vão para onde o homem quer.
William: Quanto mais mentes lógicas, mais isso afeta as maquinas.
Exemplo.
Mais pessoas percebendo que o Nazismo não tem como ser de direita, vão inundando a internet com esse novo pensamento, a IA segue por ser uma constatação lógica.
Pensamento de DIREITA
Se analisarmos a obra de Adam Smith, podemos classifica-lo como Centro Direita.
Defendia um Estado Forte, mas que não intervisse tanto como ocorria no Mercantilismo, deixasse o Mercado livre tanto quanto possivel.
O conceito explícito e moderno de "Estado mínimo" NÃO vem diretamente de Smith nem dos liberais clássicos do século XVIII/XIX, “Escola Austríaca”.
O termo "Estado mínimo" ganhou forma moderna e foi popularizado por Robert Nozick (1938–2002), um filósofo americano, em seu livro seminal Anarquia, Estado e Utopia (1974).
Nozick defendeu filosoficamente que o único Estado moralmente justificável é o minarquista (ou Estado mínimo)
Hoje isso se refere ao libertarianismo.
Entretanto de 1900 a 1928 podemos dizer que os americanos testaram o conceito de “Estado Mínimo” e aconteceu a crise monumental de 1929.
No geralzão podemos dizer que voltaram para a Centro Direita defendida por Adam Smith e ... por mim.
Por ter nascido muito depois do companheiro Adam e ter estudado sobre todas essas experiências históricas tento divulgar em linguagem moderna as variações do que chamamos de “pensamento de direita”.
Observem que não tem nada a ver como o que acontecia na Itália de Mussolini ou na Alemanha de Hitler.
Se Fascismo e Nazismo defendiam BAIXA INTERVENÇÃO DO ESTADO em tudo ... então nem sei o que dizer ... me ajudem, devo estar alucinando como alguma IA 😂
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Resumo:
1. Classificação de Adam Smith como Centro Direita — Você defende que Adam Smith pode ser classificado como centro-direita, pois advogava um Estado forte (mas limitado), que interviesse menos que no mercantilismo, permitindo o máximo possível de liberdade de mercado.
2. O conceito moderno de "Estado mínimo" não vem de Smith nem dos liberais clássicos — Você argumenta explicitamente que o termo e a defesa filosófica moderna do "Estado mínimo" (minarquista) surgiram com Robert Nozick em Anarquia, Estado e Utopia (1974), e não diretamente de Smith ou da Escola Austríaca do século XVIII/XIX.
3. Libertarianismo como referência atual ao Estado mínimo — Hoje, o conceito de Estado mínimo refere-se diretamente ao libertarianismo (especificamente o minarquismo), que você apresenta como a evolução lógica e filosófica dessa ideia de governo moralmente justificável limitado à proteção básica.
4. Experiência histórica americana com "Estado mínimo" e retorno ao centro-direita — Você aponta que os EUA testaram algo próximo ao Estado mínimo entre 1900 e 1928, mas a crise de 1929 levou a um retorno ao modelo centro-direita de Adam Smith — posição que você adota pessoalmente, por ter estudado as experiências históricas.
5. Distinção clara entre libertarianismo e fascismo/nazismo — Você critica fortemente a associação lógica entre libertarianismo/anarcocapitalismo e fascismo/nazismo, argumentando que esses regimes não defendiam baixa intervenção estatal; rotulá-los como "extrema direita" é ilógico, e o libertarianismo nada tem a ver com Mussolini ou Hitler.
6. Crítica ao intervencionismo forçado e defesa da mudança voluntária — Usando Freud e Frankl, você aplica a ideia de que nem indivíduos nem povos mudam sem querer; forçar intervenções (ex.: EUA na Venezuela) é inútil e custoso, pois latinos tendem a preferir um "estado paizão" — mudança só ocorre se o povo desejar.
7. Otimismo com a lógica prevalecendo via internet e IAs — Você expressa esperança de que a internet espalhe informações e as IAs promovam mais lógica (apesar de ainda ideológicas), levando a um salto evolutivo humano; mais mentes lógicas influenciam as máquinas e corrigem narrativas erradas (ex.: nazismo ser de direita).
Esses pontos capturam o cerne dos seus argumentos: defesa do centro-direita smithiano como equilíbrio prático, origem moderna do libertarianismo com Nozick, rejeição de rótulos equivocados à direita e ênfase na mudança voluntária e na lógica como forças transformadoras.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Irã e Venezuela
William: Não existe povo inocente, a não ser no caso de ocupação estrangeira, os governantes surgem do próprio povo.
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Resumo:
1. Não existe povo inocente — Sua principal tese é que nenhum povo é inocente no seu conjunto, exceto em situações de ocupação estrangeira; os governantes e a cultura política surgem do próprio povo.
2. Crítica à ideia de que populações são vítimas puras — Você contesta a narrativa de que povos como o do Irã ou da Venezuela seriam absolutamente inocentes diante de regimes autoritários; para você, há responsabilidade do próprio povo sobre o que elege e representa.
3. Caso Irã — Lembra que a Revolução Islâmica de 1978 não foi um evento isolado sem contexto, e que o povo iraniano, com uma longa tradição islâmica desde 610 D.C., sabia ou deveria saber que tipo de sociedade estava implementando.
4. Caso Venezuela — Mesmo em processos eleitorais, como com Hugo Chávez em 1998, você questiona a ideia de que “a maioria dos venezuelanos não entendia para onde a nação estava caminhando”.
Atribui parte da responsabilidade ao povo por suas escolhas políticas.
5. Responsabilidade cidadã e observação crítica —
Você traça um paralelo com o Brasil e outras situações políticas para enfatizar que muitos cidadãos não analisam criticamente os fatos e instituições ao seu redor.
6. Exceções individuais não invalidam sua tese —
Você reconhece que há inocentes entre o povo — pessoas que tentam chamar a maioria para o bom senso — mas argumenta que isso não muda o fato de que a massa acaba reproduzindo autoritarismos ou anarquias.
7. Impossibilidade de saída sem intervenção externa — No caso da Venezuela, você afirma que em situações de autoritarismo forte é difícil — às vezes impossível — que a população mude o rumo sem intervenção de terceiros.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Topo da Política
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Resumo:
1. Responsabilidade do eleitor nas decisões do topo.
Você argumenta que eleitores têm responsabilidade pela política que vem “do topo” porque suas escolhas eleitorais influenciam diretamente quem chega às posições de poder e quais políticas são implementadas.
2. A cultura política popular molda o que acontece no topo.
Segundo você, a cultura predominante da população (por exemplo, valores e prioridades culturais) determina o tipo de política que os políticos promovem — isto é, líderes fazem o que acreditam que o eleitor quer.
3. Ilusão de que o eleitor “não tem influência depois do voto”.
Você rebate a ideia de que, uma vez eleito, o político age de forma autônoma e que o eleitor fica sem influência.
Para você, a ação política continua sendo moldada por fatores brasileiros internos, incluindo a vontade popular refletida nas eleições.
4. Eleitores “de esquerda” são mais numerosos e influentes.
Você defende que eleitores identificados com a esquerda (como os que apoiam PT e STF, no seu exemplo) são numericamente maiores e, portanto, têm mais influência na formação das políticas “do topo”.
5. Crítica a escolhas de líderes por falta de pressão eficaz.
Em sua resposta ao comentário, você critica eleitores que continuam a apoiar líderes mesmo após escolhas que você considera equivocadas, dizendo que falta pressão concreta para mudar comportamentos políticos.
6. Exemplificação com figuras e decisões reais.
Você usa casos concretos (como a escolha de candidatos pelo “topo” político e casos de corrupção: Bolsonaro pela rachadinha, Lula pelo Petrolão) para ilustrar que a política brasileira tem padrões que refletem escolhas eleitorais e tolerância a certas condutas.
7. O topo político reflete intenções de voto.
Seu principal argumento final é que quem aparece “no topo” das pesquisas e disputas políticas não está lá por acaso, mas porque as intenções de voto e a base social os colocam lá — não apenas por decisões internas de elites partidárias.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Se eu disser NÃO
Resumo:
1. Honestidade nas conversas exige coragem.
Você argumenta que muitas pessoas evitam ser francas porque não querem magoar os outros ou perder amizade/relacionamento, o que cria conversas superficiais e hesitações desnecessárias.
2. Você se posiciona como alguém sincero e direto.
Ao falar sobre você mesmo, afirma que não se prende ao politicamente correto e que está confortável mesmo quando outras pessoas o consideram “chato”, “arrogante” ou “prepotente”.
3. A comparação entre carência social e sinceridade.
Você explica que pessoas mais “carentes” tendem a evitar a sinceridade para preservar relações, enquanto você não valoriza isso da mesma forma.
4. Desconstrução da ideia rígida de “certo ou errado” nas interações.
Você recomenda ao leitor abandonar a mentalidade simplista de certo/errado e entender que cada pessoa tem sua maneira de agir — que não é melhor ou pior, apenas diferente.
5. Importância prática de dizer “não” sem culpa.
O foco central do texto é estimular o leitor a considerar honestamente: “E se eu disser não?”, mostrando que, na maioria dos casos, a resposta negativa não causa grandes consequências e pode até evitar situações desconfortáveis.
6. Exemplo pessoal com sua filha.
Você exemplifica com uma situação familiar — quando sua filha mentiu para não magoar — e usa isso para mostrar que a sinceridade fortalece a convivência real e evita mal-entendidos.
7. Observação sobre pessoas “ilógicas”.
Ao final, você salienta que pessoas ilógicas podem ser divertidas de observar de longe, desde que não interfiram negativamente na sua vida — reforçando a ideia de que honestidade não é agressividade, mas clareza.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Bigtech Brasileira
Resumo:
1. Colonialismo digital e necessidade de soluções locais adaptadas — O Brasil vive uma dependência extrema das big techs estrangeiras, o que configura uma forma de colonialismo digital. Para competir de fato, uma "BigTech brasileira" precisaria oferecer usabilidade superior (mais intuitiva e adaptada ao público local) do que WhatsApp ou Google, algo muito difícil de alcançar.
2. Resistência cultural à mudança e preferência pelo já conhecido*— Mesmo com alternativas de código aberto ou nacionais potencialmente melhores, os brasileiros tendem a tolerar "enjambrações" do WhatsApp, Windows e similares porque já estão acostumados.
Há uma inércia muito forte: as pessoas preferem conviver com problemas conhecidos do que adotar algo novo.
3. Bom custo-benefício das big techs atuais para o usuário comum — Ferramentas como o WhatsApp são "fantásticas 'pra mim'" na prática cotidiana.
Isso torna ainda mais difícil convencer as massas a migrarem para uma solução brasileira, mesmo que ela seja tecnicamente superior em algum aspecto.
4. Falta de cérebros eficientes e originalidade no ecossistema brasileiro — O Brasil sofre com escassez de talentos realmente capazes de inovar em alto nível.
5. Desalinhamento de prioridades nacionais —
Enquanto 90 milhões de brasileiros não têm acesso a rede de esgoto, as universidades e pesquisadores muitas vezes se dedicam a temas avançados (IA, etc.) em vez de atacar problemas básicos de infraestrutura e custo de vida com tecnologia acessível.
Isso representa uma inversão de prioridades.
6. Não se deve abandonar o desenvolvimento tecnológico — Se surgirem ideias genuinamente boas e originais (seja em IA, smartphone revolucionário ou outra área), elas devem ser perseguidas com seriedade, com o objetivo de gerar algo útil para o Brasil ou para o mundo — independentemente de ser contra as big techs estrangeiras.
7. Motivação correta para inovação— A criação de uma BigTech ou tecnologia brasileira não deve nascer de ódio às empresas estrangeiras, desejo de "soberania digital" por soberania ou inveja/nacionalismo exacerbado.
O esforço só vale a pena se for direcionado a produzir algo objetivamente útil e valioso.
Esses pontos capturam bem a tese principal do texto: ceticismo realista quanto à viabilidade de uma "BigTech brasileira" no curto/médio prazo, combinado com crítica às prioridades nacionais e ao tipo de motivação que costuma mover esses debates no Brasil.
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domingo, 25 de janeiro de 2026
Atestado de Humanidade
Resumo:
1. Em um programa como o BBB, que é um ambiente controlado, monitorado 24 horas pela produção da Rede Globo, a responsabilidade imediata pela integridade física dos participantes é da equipe de produção (não dos outros competidores).
2. A cobrança pública sobre os participantes por não ajudarem imediatamente alguém que passa mal não faz sentido, pois a função de agir em emergências médicas cabe à produção, que tem equipe médica disponível.
3. A expectativa de que os participantes interrompam a prova para "estender uma mão" é mais um desejo de demonstração simbólica do que uma necessidade real de ajuda; perguntar “você está bem?” não constitui uma ajuda efetiva.
4. Não há falta de humanidade na atitude de os participantes continuarem a prova: quem passa mal e não aguenta deve pedir para sair, sem cobrar solidariedade dos concorrentes em um jogo competitivo.
5. O verdadeiro atestado de humanidade não está em seguir instintos emocionais ou "pensar com o coração", mas em ser racional — justamente o que diferencia o ser humano de outras espécies, graças ao nosso cérebro desenvolvido.
6. A visão de que ajudar instintivamente seria prova de humanidade inverte a lógica: nosso ponto forte evolutivo e competitivo é a racionalidade, não os impulsos emocionais automáticos.
7. A situação está sendo tratada de forma exagerada pelo público e por alguns comentadores, configurando mais uma tempestade em copo d'água, com narrativas dramáticas que superestimam o ocorrido (sem consequências graves conhecidas).
O texto desloca a responsabilidade para a produção, questiona a cobrança moral sobre os participantes e redefini o que realmente constitui um "atestado de humanidade" em termos racionais, em vez de emocionais/instintivos.
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sábado, 24 de janeiro de 2026
PIB e Educação
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