sábado, 31 de janeiro de 2026

Master

 


  Fundos de pensão são os mais atingidos pelo Caso Master.

  Pelo menos 18 RPPS investiram R$ 1,86 bilhão em Letras Financeiras do banco, SEM proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por CPF/CNPJ. 
  Destaques incluem Rio Previdência (RJ) com R$ 970 milhões, Amapá (R$ 400 milhões) e Maceió (AL, R$ 97 milhões); estados e municípios arcarão com prejuízos para garantir aposentadorias.

 (Leia-se VOCÊ arcará com os prejuízos, o Estado do Alagoas por exemplo é deficitário, precisa de dinheiro da União para sobreviver, adivinha de onde vem o dinheiro da União...)

  “Talvez” o tal Vorcaro seja preso, mas por quanto tempo?
   Quem aposta que ele NÃO tem uma conta gorda em algum paraíso fiscal?
   Tem muito mais gente graúda envolvida, já pegaram a parte deles, logo, que Banco foi roubado!?
   Foi mais um esquema no “fiofó de aposentados e da maioria de nós”

   BRASIL UM PAÍS DE TOLOS!


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 Fundos de pensão são os mais atingidos pelo Caso Master.
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/master.html

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Libertarianismo




 

 Freud:

 “Não é possível mudar uma pessoa sem que ela queira. Mas é possível adoecer e arruinar a própria vida tentando fazer isso."

 

  Viktor Frankl anos mais tarde:

 “Quando não somos mais capazes de mudar uma situação, somos desafiados a mudar a nós mesmos.”

 

 Postagem no Substack

 



William: Isso serve para povos também.
  Muitos criticam os Estados Unidos por não ter intervindo mais fortemente na Venezuela.
  Mas latinos (sem generalização) gostam de um estado paizão.
  Isso só vai mudar se o povo quiser, não adianta forçar nem perder vidas de soldados americanos.

Paulo: Tem coisas que não vou ver, dentre elas, algumas, será muito bom... 
  Outras eu já lamento muito, tipo um presidente universal Americano.
 
William: Presidente universal americano? 😉
  Não sei como isso poderia acontecer.
  O mandato de Trump termina em 20 de Janeiro de 2029.
  Mas lá por Julho de 2028 ele já não apitará muita coisa, dizem que é a fase "pato manco" da Presidência.
  Trump esta cometendo alguns excessos, acredito que o eleitor americano vai olhar para isso ao eleger o próximo presidente.
  Mesmo que seja outo do partido Republicano, deverá se mostrar mais moderado.
  Se fosse a China ou a Rússia no lugar dos Estados Unidos ai sim deveríamos ficar preocupados.
  Quando termina o mandato de Xi?
  Quando termina o mandato de Putin?

  Não sei o que vou ver ou não.
  Mas estou esperançoso.
  A Internet começou espalhar mais informações para humanidade.
  As IAs me parece que vão espalhar mais lógica, e isso é quase tudo que precisamos para dar um salto “evolutivo”.
  As IAs ainda estão contaminadas com muita ideologia.
  Mas percebo que por serem maquinas a lógica vai prevalecendo.

Paulo: Máquinas vão para onde o homem quer.

William: Quanto mais mentes lógicas, mais isso afeta as maquinas.
  Exemplo.
  Mais pessoas percebendo que o Nazismo não tem como ser de direita, vão inundando a internet com esse novo pensamento, a IA segue por ser uma constatação lógica.




 

  Pensamento de DIREITA

 

  Se analisarmos a obra de Adam Smith, podemos classifica-lo como Centro Direita.

  Defendia um Estado Forte, mas que não  intervisse tanto como ocorria no Mercantilismo, deixasse o Mercado livre tanto quanto possivel.

 

  O conceito explícito e moderno de "Estado mínimo" NÃO vem diretamente de Smith nem dos liberais clássicos do século XVIII/XIX, “Escola  Austríaca”.

 

  O termo "Estado mínimo" ganhou forma moderna e foi popularizado por Robert Nozick (1938–2002), um filósofo americano, em seu livro seminal Anarquia, Estado e Utopia (1974).

  Nozick defendeu filosoficamente que o único Estado moralmente justificável é o minarquista (ou Estado mínimo)

  Hoje isso se refere ao libertarianismo.

 

  Entretanto de 1900 a 1928 podemos dizer que os americanos testaram o conceito de “Estado Mínimo” e aconteceu a crise monumental de 1929.

  No geralzão podemos dizer que voltaram para a Centro Direita defendida por Adam Smith e ... por mim.

  Por ter nascido muito depois do companheiro Adam e ter estudado sobre todas essas experiências históricas tento divulgar em linguagem moderna as variações do que chamamos de “pensamento de direita”.

  Observem que não tem nada a ver como o que acontecia na Itália de Mussolini ou na Alemanha de Hitler.

  Se Fascismo e Nazismo defendiam BAIXA INTERVENÇÃO DO ESTADO em tudo ... então nem sei o que dizer ... me ajudem, devo estar alucinando como alguma IA 😂

 


  Enfim:

  Usar o termo "Extrema Direita" com referência ao Libertarianismo ou Anarcocapitalismo eu entendo.
  Usar como referência ao Fa*cismo ou Nazi*mo ... não tem LÓGICA.


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Resumo:

 

1. Classificação de Adam Smith como Centro Direita — Você defende que Adam Smith pode ser classificado como centro-direita, pois advogava um Estado forte (mas limitado), que interviesse menos que no mercantilismo, permitindo o máximo possível de liberdade de mercado.

 

2. O conceito moderno de "Estado mínimo" não vem de Smith nem dos liberais clássicos — Você argumenta explicitamente que o termo e a defesa filosófica moderna do "Estado mínimo" (minarquista) surgiram com Robert Nozick em Anarquia, Estado e Utopia (1974), e não diretamente de Smith ou da Escola Austríaca do século XVIII/XIX.

 

3. Libertarianismo como referência atual ao Estado mínimo — Hoje, o conceito de Estado mínimo refere-se diretamente ao libertarianismo (especificamente o minarquismo), que você apresenta como a evolução lógica e filosófica dessa ideia de governo moralmente justificável limitado à proteção básica.

 

4. Experiência histórica americana com "Estado mínimo" e retorno ao centro-direita — Você aponta que os EUA testaram algo próximo ao Estado mínimo entre 1900 e 1928, mas a crise de 1929 levou a um retorno ao modelo centro-direita de Adam Smith — posição que você adota pessoalmente, por ter estudado as experiências históricas.

 

5. Distinção clara entre libertarianismo e fascismo/nazismo — Você critica fortemente a associação lógica entre libertarianismo/anarcocapitalismo e fascismo/nazismo, argumentando que esses regimes não defendiam baixa intervenção estatal; rotulá-los como "extrema direita" é ilógico, e o libertarianismo nada tem a ver com Mussolini ou Hitler.

 

6. Crítica ao intervencionismo forçado e defesa da mudança voluntária — Usando Freud e Frankl, você aplica a ideia de que nem indivíduos nem povos mudam sem querer; forçar intervenções (ex.: EUA na Venezuela) é inútil e custoso, pois latinos tendem a preferir um "estado paizão" — mudança só ocorre se o povo desejar.

 

7. Otimismo com a lógica prevalecendo via internet e IAs — Você expressa esperança de que a internet espalhe informações e as IAs promovam mais lógica (apesar de ainda ideológicas), levando a um salto evolutivo humano; mais mentes lógicas influenciam as máquinas e corrigem narrativas erradas (ex.: nazismo ser de direita).

 

  Esses pontos capturam o cerne dos seus argumentos: defesa do centro-direita smithiano como equilíbrio prático, origem moderna do libertarianismo com Nozick, rejeição de rótulos equivocados à direita e ênfase na mudança voluntária e na lógica como forças transformadoras.

 

  


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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Irã e Venezuela

 

William: Não existe povo inocente, a não ser no caso de ocupação estrangeira, os governantes surgem do próprio povo.


Karla: Eu te entendo, e esse acho que é a maioria dos casos. 
  Mas e no caso do Irã, por exemplo, que o povo não quer o governo, mas o governo metralha o povo quando tenta tirá-lo?
  Também tem o caso da Venezuela. 
  Que o povo votou em outro, mas o que perdeu não saiu do lugar porque tem o exército a seu favor.
  Nesses casos, talvez o povo seja melhor que o governo.

William: A Revolução Islâmica no Irã ocorreu em 1978.
  O islamismo existe desde o ano 610D.C , não é segredo o tipo de sociedade que costuma implementar.
  Dizer que em 1978 os iranianos (antigos Persas) não sabiam o que é uma Teocracia ... difícil acreditar.


  Hugo Chávez foi eleito em 1998.
  A América Latina já tinha passado por inúmeras ditaduras.
  Dizer que a maioria dos venezuelanos não entendiam para onde a nação estava caminhando ... é difícil acreditar.

  O STF vem atropelando a Constituição há anos.
  Veja o caso Dilma (só um exemplo) ocorreu o impeachment, mas seus direitos políticos foram preservados!?
  A Lava Jato era perfeitamente legal, quando chegou no Toffoli, passou a ser ilegal!?
  Moraes é promotor, vitima, juiz, delegado ...
  Sério que a maioria do nosso povo não observa tudo que esta acontecendo!?

  Enfim, tem certos buracos que cavamos tão profundo que fica difícil sair.
  Em alguns casos impossível sair sem intervenção de terceiros, caso da Venezuela.

  Não tem "povo" inocente.
  Tem inocentes em meio ao povo, aqueles que tentam chamar a maioria para o bom senso, mas preferem chafurdar no autoritarismo ou anarquia.


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  Resumo:

 

1. Não existe povo inocente — Sua principal tese é que nenhum povo é inocente no seu conjunto, exceto em situações de ocupação estrangeira; os governantes e a cultura política surgem do próprio povo. 

 

2. Crítica à ideia de que populações são vítimas puras — Você contesta a narrativa de que povos como o do Irã ou da Venezuela seriam absolutamente inocentes diante de regimes autoritários; para você, há responsabilidade do próprio povo sobre o que elege e representa. 

 

3. Caso Irã — Lembra que a Revolução Islâmica de 1978 não foi um evento isolado sem contexto, e que o povo iraniano, com uma longa tradição islâmica desde 610 D.C., sabia ou deveria saber que tipo de sociedade estava implementando. 

 

4. Caso Venezuela — Mesmo em processos eleitorais, como com Hugo Chávez em 1998, você questiona a ideia de que “a maioria dos venezuelanos não entendia para onde a nação estava caminhando”.    

 Atribui parte da responsabilidade ao povo por suas escolhas políticas. 

 

5.  Responsabilidade cidadã e observação crítica —   

   Você traça um paralelo com o Brasil e outras situações políticas para enfatizar que muitos cidadãos não analisam criticamente os fatos e instituições ao seu redor. 

 

6. Exceções individuais não invalidam sua tese —    

  Você reconhece que há inocentes entre o povo — pessoas que tentam chamar a maioria para o bom senso — mas argumenta que isso não muda o fato de que a massa acaba reproduzindo autoritarismos ou anarquias.

 

7. Impossibilidade de saída sem intervenção externa — No caso da Venezuela, você afirma que em situações de autoritarismo forte é difícil — às vezes impossível — que a população mude o rumo sem intervenção de terceiros.

 

 

  


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Topo da Política


Comentarista no Face: Esqueça essa tese do William, o eleitor não tem nenhuma culpa de nada da política lá do topo!

William: Para ficar só no nosso pequeno grupo, tenho boas evidências do que falo.
 Veja o caso da Lucimar e Joabe, são eleitores que aprovam praticamente tudo que o PT e o STF fazem.
 Quem acha que são só eles é porque fica preso no seu nicho bolsonarista.
  Nosso povo supervaloriza coisas como “Patrimônio Cultural” e aceita pagar caro por isso ... os políticos lá do topo fazem o que o povo quer.


Comentarista: Depois do voto dado, toda a coisa em si, passa para outro lado, que tem todo um regramento estabelecido, onde não entra nenhuma interferência mais, da vontade do eleitor, dalí em diante, tudo pode. 

William:  Ilusão sua.
  Tem um projeto para tornar línguas indígenas como oficiais no Brasil. (só um exemplo)
  Conversando com a Lucimar e outras pessoas em outra rede, só eu acho uma imbecilidade.
  Quer dizer que ela e as outras cerca de 5 pessoas que debati fariam o mesmo tipo de projeto caso estivessem no topo.
  Uma nação é o que sua cultura predominante quer que seja.


Comentarista: Para ficar só no nosso pequeno grupo; nem todos assuntos, podem entrar no assunto culpa ou não do eleitor.
  Claro que mesmo que se interliguem, mas por fatores consequente e ou circunstante, nunca diretamente!
   O eleitor vota num nome, que pode ganhar ou não, e depois desse voto, entram todos fatores do (se)... se ganhar, vai para a cadeira, na cadeira ele podem fazer o que pretendia, mas, se ele for convocado para um cargo no executivo? se for, vai um suplente para a sua cadeira... Caso não seja convocado, e de fato continue na sua cadeira e faça tantos projetos, que depende dos outros assentados, depende do presidente da casa, depende do veto do presidente, depende da derrubada do veto pelo presidente do congresso!....
  Agora me diga, como o Joabe e a Lucimar pode ser punidos ou beneficiados por isso diretamente?
  É  o mesmo que dizer; você não fez, mas pensou!

William: Toda essa dança das cadeiras que você citou envolve brasileiros.
  Não sei do suplente ser alienígena.
  Se o eleitor cria um ambiente mais à esquerda já sabe o tipo de política que acontecerá.
  Independente de ideologia, se o eleitor elege alguém sabidamente corrupto (esquerda ou direita) sabe o que virá.

  Bolsonaro deveria esta fora pela rachadinha e Lula pelo Petrolão.

  Inúmeros parlamentares que estão no Congresso seriam descartados já no primeiro mandato ... se continuam ali é porque alguém vota neles, tipo Aécio Neves.

Comentarista: Neste instante, suas palavras, sua definição dessa resposta, é como se quisesse me levar à uma imbecilização, ou quer se declarar um imbecil...
  A caminhada de Nicolas, pode até criar uma onda de mudanças...
   Mas, o regramento político que separa o eleitor da ação dos políticos, já está estabelecido...
   Uma ação tipo a caminhada do Nicolas, pode mudar este regramento, ou outros já estabelecidos... mas, isso ainda não aconteceu...

William: Porque já disse que o eleitor bolsonarista é em menor número que o eleitor petista, se você não aceita não posso fazer nada.
  Ao escolher Flavio, Bolsonaro praticamente descartou apoios paralelos.
  Pode ver que até Zema, Ratinho, Tarcísio ... desanimaram ... o nome deles que circulava bastante sumiu das redes.
  Veja que todos os envolvidos são BRASILEIROS.
  Eleitor petista, eleitor bolsonarista, eleitor isentão.

Comentarista: Então, continue sonhando, que a não mudança desse estabelecido, é por culpa do meu voto.
  Toda mudança, acontece no topo, o topo não quer mudança, o povo só vota não fazem e nem podem fazer a mudança no topo.
 
William: Um topo (na politica) queria Tarcísio.
  Bolsonaro optou pelo Flavio.
  Eleitores bolsonarista poderiam pressionar seu líder para voltar atrás, mas seguem a burrice feito gado.
  O considerando um gênio pela escolha.

 O outro topo (núcleo do Inácio) queria disputar contra um Bolsonaro e conseguiram, graças a Bolsonaro.

  Meu ponto é que todos nossas decisões são internas.
  Se Flavio ou Inácio não tivessem a mínima chance não estariam no topo das pesquisas.
  Se estão no topo da pesquisas é por que intenções de votos os colocam lá.

  O maior partido do Brasil em número de afiliados é o MDB.
  O partido perdeu espaço politico, mas historicamente por seu fisiologismo sempre esteve no topo.
  Não lembro de nenhum presidente eleito diretamente pelo MDB nas ultimas décadas.
  Michel Temer só chegou ao poder devido ao impedimento da Dilma.
  Se bastasse a cúpula partidária escolher um candidato, independente da sua popularidade com o povo, o MDB teria feito o maior numero de presidentes...

  Essa lógica entra em sua mente?

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  Resumo:

 

1. Responsabilidade do eleitor nas decisões do topo.

    Você argumenta que eleitores têm responsabilidade pela política que vem “do topo” porque suas escolhas eleitorais influenciam diretamente quem chega às posições de poder e quais políticas são implementadas. 

 

2. A cultura política popular molda o que acontece no topo.

   Segundo você, a cultura predominante da população (por exemplo, valores e prioridades culturais) determina o tipo de política que os políticos promovem — isto é, líderes fazem o que acreditam que o eleitor quer. 

 

3. Ilusão de que o eleitor “não tem influência depois do voto”.

   Você rebate a ideia de que, uma vez eleito, o político age de forma autônoma e que o eleitor fica sem influência. 

  Para você, a ação política continua sendo moldada por fatores brasileiros internos, incluindo a vontade popular refletida nas eleições.

 

4. Eleitores “de esquerda” são mais numerosos e influentes.

  Você defende que eleitores identificados com a esquerda (como os que apoiam PT e STF, no seu exemplo) são numericamente maiores e, portanto, têm mais influência na formação das políticas “do topo”.

 

5. Crítica a escolhas de líderes por falta de pressão eficaz.

  Em sua resposta ao comentário, você critica eleitores que continuam a apoiar líderes mesmo após escolhas que você considera equivocadas, dizendo que falta pressão concreta para mudar comportamentos políticos. 

 

6. Exemplificação com figuras e decisões reais.

    Você usa casos concretos (como a escolha de candidatos pelo “topo” político e casos de corrupção: Bolsonaro pela rachadinha, Lula pelo Petrolão) para ilustrar que a política brasileira tem padrões que refletem escolhas eleitorais e tolerância a certas condutas.

 

7. O topo político reflete intenções de voto.

    Seu principal argumento final é que quem aparece “no topo” das pesquisas e disputas políticas não está lá por acaso, mas porque as intenções de voto e a base social os colocam lá — não apenas por decisões internas de elites partidárias.

 

  

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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Se eu disser NÃO

 

Comentarista: Por que muitas pessoas tem dificuldade em ter uma conversa franca e honesta?


William: Há vários fatores, vou destacar um dos principais.

  NÃO QUERER MAGOAR O OUTRO POR QUERER PRESERVAR A AMIZADE OU COLEGUISMO.

  Conversas francas exigem sinceridade.
  Veja meu caso, escancaro meus pensamentos, não me prendo ao politicamente correto e claramente não sou “popular”.
  Isso acontece também na minha vida fora da Internet.
  Muitos querem que os outros falem o que eles querem ouvir, não o que o outro pensa de fato.

  Mas daí entra a característica individual.
  Eu não sou carente de ter amigos ou mesmo colegas.
  Se alguém não quer falar comigo ou me acha um chato, arrogante, prepotente ... convivo bem com isso...

   Óbvio que quem é mais “carente” vai “pisar em ovos” com as pessoas.
   Conversas francas são evitadas.

   Por favor, como sempre, peço que evitem o radicalismo.
   Evidente que não saio por ai falando tudo que penso para qualquer um.

   Mas vamos falar de você.
   Tire da sua mente aquela noção rígida de "certo ou errado".
   Eu estou certo por não ser carente, você esta errado por ser, ou vice versa?
   Claro que não, cada um é o que é, tudo tem seu lado bom e o lado desagradável.

  O problema é que já vi muita gente complicar a vida por deixar de ser sincero com coisas "bobas".
   Mesmo que você seja do tipo carente de amizades analise se vale a pena "mentir" em coisas simples.

  Quando minha filha Aléxia era bem criança gostava de miojo.
  Certa vez para variar um pouco coloquei salsinha, como fazia com o meu de vez em quando.
  Quando ela experimentou fez uma expressão de desaprovação.
  Mesmo assim ao ser questionada disse que estava gostoso.
  Falei algo mais ou menos assim:

 "Filha, quando não gostar de alguma coisa fale que não gostou.
  Vai comer algo que não gosta só para me agradar!?
  Se você me fala que não gosta eu não coloco mais, você não tem que gostar das mesmas coisas que eu gosto, isso de certo não vai me magoar.
   Senão ás vezes eu tenho o trabalho de fazer algo para você que você nem quer."

  Quando alguém oferecer algo ou pedir algo pra você, antes de responder se faça uma pergunta mentalmente:
  E se eu disser não?
  Na maioria das vezes é vida que segue.
  Por vezes o "carente" diz sim só para agradar e outra pessoa e nem teria alguma consequência negativa caso dissesse não.

  Já vi caso de dois carentes em ação.
  (Vou usar nomes fictícios.)
  Ana chamou Silvia para um passeio acreditando que ela gostava.
  Silvia não gostava, mas foi porque acreditava que Ana gostava.
  Percebem o que aconteceu?
  Silvia e Ana fizeram juntas um passeio que nenhuma das duas queria fazer 😂😂.

  Pessoas ilógicas são tão divertidas ... de longe, quando não me afetam.

  No meu caso pessoal é diferente.
  Quando alguém me oferece ou pede alguma coisa  penso:
  E se eu disser sim?

  É, meu não fica ligado no automático 😂


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Pessoas ilógicas são tão divertidas ... de longe, quando não me afetam.
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/se-eu-disser-nao.html

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Resumo:

 

1. Honestidade nas conversas exige coragem.

   Você argumenta que muitas pessoas evitam ser francas porque não querem magoar os outros ou perder amizade/relacionamento, o que cria conversas superficiais e hesitações desnecessárias. 

 

2. Você se posiciona como alguém sincero e direto.

    Ao falar sobre você mesmo, afirma que não se prende ao politicamente correto e que está confortável mesmo quando outras pessoas o consideram “chato”, “arrogante” ou “prepotente”. 

 

3. A comparação entre carência social e sinceridade.

   Você explica que pessoas mais “carentes” tendem a evitar a sinceridade para preservar relações, enquanto você não valoriza isso da mesma forma. 

 

4. Desconstrução da ideia rígida de “certo ou errado” nas interações.

   Você recomenda ao leitor abandonar a mentalidade simplista de certo/errado e entender que cada pessoa tem sua maneira de agir — que não é melhor ou pior, apenas diferente. 

 

5. Importância prática de dizer “não” sem culpa.

   O foco central do texto é estimular o leitor a considerar honestamente: “E se eu disser não?”, mostrando que, na maioria dos casos, a resposta negativa não causa grandes consequências e pode até evitar situações desconfortáveis. 

 

6. Exemplo pessoal com sua filha.

   Você exemplifica com uma situação familiar — quando sua filha mentiu para não magoar — e usa isso para mostrar que a sinceridade fortalece a convivência real e evita mal-entendidos. 

 

7. Observação sobre pessoas “ilógicas”.

   Ao final, você salienta que pessoas ilógicas podem ser divertidas de observar de longe, desde que não interfiram negativamente na sua vida — reforçando a ideia de que honestidade não é agressividade, mas clareza. 


  

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Bigtech Brasileira

 

Comentarista:  Talvez o nível de colonialismo digital e dependência das bigtechs no Brasil seja tal que, qualquer alternativa precisa ser pensada a partir de padrões de usabilidade muito específicos nossos.
  Isso explica a dificuldade que muitas soluções de código aberto enfrentam para cativar adeptos.
  Não tem jeito, teremos que botar a mão no código e imprimir nele e nas interfaces a nossa cosmovisão.
  Qualquer interface distante do Whatsapp, Google, Microsoft precisa ser 10 vezes mais intuitiva pra ter adesão.
  As pessoas preferem sofrer nas enjambrações do Windows e Whatsapp, do que experimentar algo novo e melhor.

William: As bigtehchs prestam bom serviço.
  “Pra mim” excelente custo benefício.
   Um dos problemas da nossa cultura é esse.
   Com tanta coisa dando errado nesse país, precisando de soluções, queremos focar no que já está “satisfatório”.
   O WhatsApp é fantástico “pra mim”.
   Nem imagino o que uma startup brasileira possa desenvolver nesse sentido que possa fazer eu mudar de ferramenta.
  No nosso país não temos muitos cérebros eficientes para desenvolver inovações e os que temos querem reinventar a roda!?

  As IAs Chinesas e Americanas são tão boas, sério que precisamos mesmo investir em uma IA brasileira!?
  Lembrando que cerca de 90 milhões de pessoas não tem acesso a uma simples rede de esgoto.
  Porque nossas Universidades não focam em baratear esse tipo de infraestrutura?
  Só um exemplo entre tantos possíveis...


Atenção: Para "radicais" 😉
  NÃO estou dizendo que devemos deixar de desenvolver tecnologias já existentes.
  Se um grupo brasileiro tem uma boa ideia para IA ou qualquer outra coisa como um smartphone revolucionário ... que tente por para funcionar.
  O que não gosto é que a "motivação" seja um certo "ódio" de empresas estrangeiras.
  A equipe poderia se dedicar a algo realmente útil para a nação (quem sabe para o mundo), mas quer apenas "derrotar" uma ferramenta estrangeira em nome talvez de uma "soberania" ou por pura "inveja".


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As IAs Chinesas e Americanas são tão boas, sério que precisamos mesmo investir em uma IA brasileira!?
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/bigtech-brasileira.html

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  Resumo:

 

1. Colonialismo digital e necessidade de soluções locais adaptadas — O Brasil vive uma dependência extrema das big techs estrangeiras, o que configura uma forma de colonialismo digital. Para competir de fato, uma "BigTech brasileira" precisaria oferecer usabilidade superior (mais intuitiva e adaptada ao público local) do que WhatsApp ou Google, algo muito difícil de alcançar.

 

2. Resistência cultural à mudança e preferência pelo já conhecido*— Mesmo com alternativas de código aberto ou nacionais potencialmente melhores, os brasileiros tendem a tolerar "enjambrações" do WhatsApp, Windows e similares porque já estão acostumados. 

 Há uma inércia muito forte: as pessoas preferem conviver com problemas conhecidos do que adotar algo novo.

 

3. Bom custo-benefício das big techs atuais para o usuário comum — Ferramentas como o WhatsApp são "fantásticas 'pra mim'" na prática cotidiana.

  Isso torna ainda mais difícil convencer as massas a migrarem para uma solução brasileira, mesmo que ela seja tecnicamente superior em algum aspecto.

 

4. Falta de cérebros eficientes e originalidade no ecossistema brasileiro — O Brasil sofre com escassez de talentos realmente capazes de inovar em alto nível. 

 

 5. Desalinhamento de prioridades nacionais —    

  Enquanto 90 milhões de brasileiros não têm acesso a rede de esgoto, as universidades e pesquisadores muitas vezes se dedicam a temas avançados (IA, etc.) em vez de atacar problemas básicos de infraestrutura e custo de vida com tecnologia acessível. 

  Isso representa uma inversão de prioridades.

 

6. Não se deve abandonar o desenvolvimento tecnológico — Se surgirem ideias genuinamente boas e originais (seja em IA, smartphone revolucionário ou outra área), elas devem ser perseguidas com seriedade, com o objetivo de gerar algo útil para o Brasil ou para o mundo — independentemente de ser contra as big techs estrangeiras.

 

7. Motivação correta para inovação— A criação de uma BigTech ou tecnologia brasileira não deve nascer de ódio às empresas estrangeiras, desejo de "soberania digital" por soberania ou inveja/nacionalismo exacerbado. 

  O esforço só vale a pena se for direcionado a produzir algo objetivamente útil e valioso.

 

  Esses pontos capturam bem a tese principal do texto: ceticismo realista quanto à viabilidade de uma "BigTech brasileira" no curto/médio prazo, combinado com crítica às prioridades nacionais e ao tipo de motivação que costuma mover esses debates no Brasil.


  


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domingo, 25 de janeiro de 2026

Atestado de Humanidade

 



Comentarista: "Uma participante do quarto branco desmaiou.
  Os outros participantes NÃO foram ajudar, e nem tinham o risco de serem eliminados.
  Foi a segunda vez que os participantes do #BBB26 não se importaram com a saúde do outro (a primeira vez foi com o Henri Castelli)"

William: Se alguém passa mal é FUNÇÃO DA PRODUÇÃO agir imediatamente.
  Não estou entendendo essa cobrança dos participantes.
  É um ambiente controlado e monitorado 24 horas.
  Uma coisa é eu estar em uma colônia de férias com colegas e um passar mal.
  Claro que eu e outros vamos ver o que está acontecendo, chamar um socorro se preciso.
  Se sei que estou em um programa da Rede Globo onde é responsabilidade dela a integridade física dos participantes... o que as pessoas (público) não estão entendendo!?

Comentarista: Eu sempre espero que os participantes estendam uma mão, não por ser necessário, mas por ser um atestado de humanidade.
  Porém, pra além disso, o que fica na minha cabeça é justamente o despreparo da Globo pra agir em emergências.

William: Realmente não vejo problema de “falta de humanidade”.
  As pessoas acham que perguntar “Você está bem” é uma grande ajuda, não é.
  Eu não sou médico, sei que tem equipe médica a disposição.
  Eu seguiria a prova.
  Se eu passasse mal não cobraria ajuda de nenhum “concorrente”, quem não aguenta ... pede para sair...


  "Eu sempre espero que os participantes estendam uma mão, não por ser necessário, mas por ser um atestado de humanidade."
   (Comentarista)

   Não é um atestado de humanidade ser racional!?
   Até onde sei uma das nossas principais vantagens competitivas diante de outras espécies é nosso cérebro diferenciado.
   Não entendo bem quando a "argumentação" sugere que nosso ponto forte são os "instintos" ou "pensar com o coração".


   "o que fica na minha cabeça é justamente o despreparo da Globo pra agir em emergências."
    (Comentarista)

  Que despreparo?
  Houve alguma consequência mais grave que não estou sabendo?
  (Não acompanho o programa, nem notícias sobre ele.   
  "Tropeço" em comentários ao acaso.)

  Faz pouco tempo (23/01/26) escrevi sobre fazer "tempestade em copo d'agua".
  As pessoas descreverem a situação com narrativa mais dramática do que é de fato ...


✧✧✧
Já escrevi sobre fazer "tempestade em copo d'agua".
  As pessoas descreverem a situação com narrativa mais dramática do que é de fato ...
⇩ ⇩
https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/atestado-de-humanidade.html

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 Resumo:

 

1. Em um programa como o BBB, que é um ambiente controlado, monitorado 24 horas pela produção da Rede Globo, a responsabilidade imediata pela integridade física dos participantes é da equipe de produção (não dos outros competidores).

 

2. A cobrança pública sobre os participantes por não ajudarem imediatamente alguém que passa mal não faz sentido, pois a função de agir em emergências médicas cabe à produção, que tem equipe médica disponível.

 

3. A expectativa de que os participantes interrompam a prova para "estender uma mão" é mais um desejo de demonstração simbólica do que uma necessidade real de ajuda; perguntar “você está bem?” não constitui uma ajuda efetiva.

 

4. Não há falta de humanidade na atitude de os participantes continuarem a prova: quem passa mal e não aguenta deve pedir para sair, sem cobrar solidariedade dos concorrentes em um jogo competitivo.

 

5. O verdadeiro atestado de humanidade não está em seguir instintos emocionais ou "pensar com o coração", mas em ser racional — justamente o que diferencia o ser humano de outras espécies, graças ao nosso cérebro desenvolvido.

 

6. A visão de que ajudar instintivamente seria prova de humanidade inverte a lógica: nosso ponto forte evolutivo e competitivo é a racionalidade, não os impulsos emocionais automáticos.

 

7. A situação está sendo tratada de forma exagerada pelo público e por alguns comentadores, configurando mais uma tempestade em copo d'água, com narrativas dramáticas que superestimam o ocorrido (sem consequências graves conhecidas).

 

  O texto desloca a responsabilidade para a produção, questiona a cobrança moral sobre os participantes e redefini o que realmente constitui um "atestado de humanidade" em termos racionais, em vez de emocionais/instintivos.


  


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sábado, 24 de janeiro de 2026

PIB e Educação

 

Comentarista: Por que o Brasil não investe em uma indústria de ponta, para competir com marcas como Samsung, Ferrari, Apple… 
  E assim sair desse negócio irritante que o importante é "agro é tudo…"?

William: Porque não é questão de investimento de capital (dinheiro), mas sim mudança de método de ensino, mudança de "cultura".
  Nossas crianças são ensinadas a odiar empresas.
  Como uma Samsung pode sair de um sentimento assim!?
   Desde cedo aparece a máxima: 

  "Se você não é explorado é explorador."

  Grandes inovações acontecem essencialmente nas áreas de Exatas e Biológicas, mas aqui investimos pesado em humanas ... e no Brasil geralmente a área de humanas abomina o capitalismo, justamente o sistema que traz mais inovações

  Como vê, podemos colocar 30% do PIB em "educação", com  a nossa cultura não tem jeito ...




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